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Mistura de praguicidas em baixas doses: efeitos sobre o trato reprodutivo de ratos machos, com ênfase sobre o epidídimo e próstata

Processo: 08/53666-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2008
Vigência (Término): 31 de julho de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia
Pesquisador responsável:Wilma de Grava Kempinas
Beneficiário:Mídyan Daroz Guastali
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/60506-1 - Praguicidas agrícolas como fator de risco: avaliações toxicopatológica, imunológica, molecular e analítica em modelos experimentais de exposição única e combinada, AP.TEM
Assunto(s):Próstata   Espermatozoides   Epididimo   Praguicidas

Resumo

Os praguicidas são contaminantes químicos ambientais e potenciais desreguladores endócrinos, ou seja, são capazes de mimetizar ou antagonizar os efeitos dos hormônios endógenos. Estudo anterior, realizado em nossos laboratórios, mostrou que a exposição de ratos machos, com idade inicial de 6 semanas, à mistura dos praguicidas dicofol, diclorvos, permetrina, endosulfan e dieldrin, em baixas doses (NOEL) e em doses efetivas (LOEL/LOAEL), por 56 dias, provocou redução do número de espermatozóides móveis, sugerindo uma ação negativa destes compostos sobre o epidídimo, que é o órgão envolvido com a aquisição de motilidade e capacidade fértil dos gametas masculinos. Houve também, em todos os grupos experimentais, aumento do peso da próstata ventral, apesar dos níveis normais de testosterona. O objetivo deste trabalho ô avaliar mais profundamente os efeitos desses praguicidas sobre o epidídimo e a próstata, iniciando-se os tratamentos dos ratos com 4 semanas de idade (pré-puberdade) e se prolongando até os 120 dias de idade Os parâmetros a serem avaliados serão: os pesos dos órgãos reprodutores, a motilidade espermática, a histopatologia e morfometria do testículo, epidídimo e próstata, além da detecção de receptores hormonais e de células em fase proliferativa na próstata, através da técnica de imunohistoquímica. (AU)

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