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Ação da progesterona nos núcleos mediano e dorsal da rafe sobre a modulação da ansiedade generalizada e do pânico

Processo: 08/03158-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2008
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia
Pesquisador responsável:Telma Goncalves Carneiro Spera de Andrade
Beneficiário:Glauco Garrido Almeida
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):Serotonina   Pânico   Progesterona   Ansiedade

Resumo

A ansiedade é uma desordem psíquica que afeta principalmente as mulheres e é intensificada nos períodos em que os níveis de hormônios esteróides encontram-se bem diminuídos. Acredita-se que os esteróides gonadais, como a progesterona, exerçam um controle direto sobre estruturas cerebrais relacionadas com a gênese da ansiedade, dentre elas os núcleos dorsal e mediano da rafe, de particular interesse no presente estudo. Os núcleos da rafe, dorsal (NDR) e mediano (NMR), modulam uma variedade de funções do cérebro. Estes núcleos são a origem principal de projeções serotonérgicas ascendentes e são considerados componentes importantes do circuito do cérebro que participa da modulação da ansiedade e da depressão. Para tanto, serão utilizadas ratas da linhagem Wistar, previamente ovariectomizadas, que receberão microinjeções diretas de progesterona no núcleo dorsal e no mediano da rafe. Os animais dos grupos-controle receberão o mesmo volume de salina ou óleo. Imediatamente após as microinjeções serão avaliados no labirinto em T elevado, um modelo animal de ansiedade, que possibilita a verificação da esquiva inibitória e da fuga, que respectivamente, têm sido relacionadas à ansiedade generalizada e ao pânico. Seqüencialmente as ratas serão colocadas na arena para registro da atividade motora. Os dados serão analisados através da Análise de Variância (medidas repetidas) considerando-se a linha de base, tanto na análise das esquivas (LB, E1 e E2), como também na avaliação das fugas (F1, F2 e F3).