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Efeitos da infecção experimental por Rickettsia rickettsii sobre a expressão gênica de carrapatos Amblyomma aureolatum

Processo: 09/09548-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2009
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Andréa Cristina Fogaça
Beneficiário:Camila Dantas Malossi
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/53570-0 - Caracterização molecular das interações entre o carrapato-vetor e o agente etiológico da febre maculosa, Rickettsia rickettsii, AP.JP
Assunto(s):Rickettsia rickettsii   Amblyomma   Carrapatos   Reação em cadeia da polimerase em tempo real   Transcriptoma   Transcrição genética   Expressão gênica

Resumo

Os carrapatos são artrópodes que apresentam um hábito de vida parasitário, alimentando-se obrigatoriamente do sangue e/ou da linfa de animais vertebrados. Durante a alimentação, os carrapatos podem transmitir uma ampla diversidade de doenças. Dentre as doenças transmitidas por carrapatos, a febre maculosa é uma das mais severas, apresentando altas taxas de letalidade inclusive para indivíduos que se apresentavam em perfeitas condições de saúde antes da infecção. O agente etiológico desta doença é bactéria Rickettsia rickettsii, a qual, no Brasil, é usualmente transmitida ao homem por carrapatos do gênero Amblyomma: A. cajennense e A. aureolatum. Carrapatos infectados apresentam menores taxas de sobrevivência e de reprodução, sugerindo que R. rickettsii seja patogênica para seus vetores. Assim, a identificação de genes diferencialmente expressos pela infecção experimental de carrapatos por R. rickettsii torna-se fundamental, podendo gerar informações para o esclarecimento dos mecanismos de virulência de R. rickettsii para carrapatos. Para tal, os genes diferencialmente expressos pela infecção de carrapatos A. aureolatum adultos machos e fêmeas por R. rickettsii serão identificados por bibliotecas subtrativas de cDNA. Os genes diferencialmente expressos deverão ser analisados por reação em cadeia de polimerase quantitativa (qPCR) para a validação dos resultados obtidos. (AU)