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Otimização de rotas de processamento para a fabricação de manganitas com magnetorresistência colossal

Processo: 01/06155-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2001
Vigência (Término): 31 de julho de 2003
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Física - Física da Matéria Condensada
Pesquisador responsável:Wilson Aires Ortiz
Beneficiário:Enrique Peter Rivas Padilla
Instituição-sede: Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:98/14324-0 - Multidisciplinary Center for Development of Ceramic Materials, AP.CEPID
Assunto(s):Magneto-resistência   Cerâmicas   Perovskita   Manganês

Resumo

As manganitas com estrutura de tipo perovskita Ln-A-MnO (Ln = Lantanídeo trivalente, A = Ca, Sr, Ba) têm recebido grande atenção, em virtude de sua notável magnetorresistência e de suas propriedades magnetocalóricas. Tais propriedades podem encontrar variadas aplicações tecnológicas, incluindo sistemas de gravação e leitura magnética, sensores de campo magnético, e até mesmo refrigeração magnética. Estas cerâmicas magnetorresistivas, constituem-se em material barato e de fácil preparação, além disso, dependendo da composição e do modo de preparação, esses materiais podem exibir uma magnetorresistência muito mais pronunciada do que as de dispositivos multicamadas. O mecanismo de magnetorresistência está baseado na interação de troca dupla entre os entre os íons Mn(3+) e Mn(4+) via intervenção do oxigênio. O pico de magnetorresistência acontece próximo à temperatura de transição magnética, o qual também coincide a temperaturas próximas da transição metal semicondutor. (AU)

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