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Resposta da Calendula officinalis (L.) a diferentes lâminas de irrigação e doses de adubo orgânico, organomineral e mineral

Processo: 08/57523-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2009
Vigência (Término): 30 de novembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola - Engenharia de Água e Solo
Pesquisador responsável:Patricia Angélica Alves Marques
Beneficiário:Catariny Cabral Aleman
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias. Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Irrigação   Plantas medicinais   Calendula   Adubação   Flavonoides   Prolina

Resumo

No Brasil o cultivo da calêndula (Calendula officinalis L.) vem crescendo comercialmente, sendo viável para a agricultura familiar. Essa espécie de planta medicinal é potencialmente cultivada na região Sul devido às condições edafoclimáticas favoráveis ao seu cultivo. É muito sensível à falta de água nos períodos de seca, havendo comprometimento de sua produtividade, por isso há necessidade de irrigação na área de plantio. Este trabalho tem o objetivo de avaliar a resposta da calêndula a diferentes lâminas de irrigação associada a diferentes doses de adubo orgânico, organomineral e mineral, observando as características morfológicas das plantas, a extração de prolina e flavonóides. O trabalho será realizado no Campus II da UNOESTE, em Presidente Prudente - SP. O experimento será instalado utilizando o delineamento experimental de blocos Inteiramente casualizados, utilizando 5 tratamentos baseados na evaporação do tanque classe A (ECA) variando de 100%ECA, 75%ECA, 50%ECA e 25%ECA mais testemunha com 0%ECA. Associando quatro tipos de adubação: 1) testemunha, 2) adubação orgânica com esterco bovino curtido; 3) adubação organomineral utilizando a mistura de casca de pinus, calcário dolomítico e NPK; e 4) adubação mineral utilizando NPK, nas doses de 6 kg m-2 cada tipo de adubo, com 4 repetições. Serão realizadas colheita duas vezes por semana após iniciado o florescimento até a senescência, com subseqüente secagem dos capítulos florais. Será avaliado a produção de capítulos, o teor de flavonoides totais e o teor de prolina nas folhas. O procedimento de análise estatística será baseado no Teste Scott-Knott com nível de probabilidade de 0,05. (AU)