Busca avançada
Ano de início
Entree

Efeito de diferentes laminas de irrigacao na producao e rendimento do oleo do manjericao (ocimun basilicum l.)

Processo: 07/50911-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2007
Vigência (Término): 30 de abril de 2008
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola - Engenharia de Água e Solo
Pesquisador responsável:Patricia Angélica Alves Marques
Beneficiário:Bruno Henrique Marega Rigolin
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias. Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Viabilidade econômica   Plantas medicinais   Óleos essenciais

Resumo

O manjericão (Ocimum basilicum L.), originário da bacia do Mediterrâneo, é uma planta de pequeno porte da família Lamilaceae. As folhas são de uso culinário comum como condimento. São poucas as informações disponíveis do ponto de vista agronômico que evidenciem o comportamento das plantas medicinais, aromáticas e condimentares quando submetidas às técnicas de produção agrícola e principalmente são poucos os trabalhos referentes ao efeito do estresse hídrico em plantas medicinais. O objetivo deste trabalho é analisar o efeito no crescimento do manjericão, em duas colheitas, pela variação da lâmina de irrigação. Este trabalho será realizado no horto de Plantas Medicinais do Campus II da UNOESTE, em Presidente Prudente - SP. O experimento será instalado em um delineamento experimental inteiramente casualizado, constando de 5 tratamentos baseados em frações de evaporação do Tanque Classe A (ECA) sendo: T1 - estresse hídrico, T2 - 125% ECA, T3 - 100% ECA, T4 - 75% ECA e T5 - 50% ECA, com 5 repetições. Serão realizadas duas colheitas aos 90 dias após o plantio e aos 150 dias após o plantio, as plantas serão coletadas e medidos a matéria fresca e seca das folhas, bem como o teor de óleo essencial. Serão calculados a eficiência do uso da água, receita liquida e rendimento do óleo. Após este procedimento os resultados serão avaliados estatisticamente pelo Teste de Scott-Knott a 5% de significância. (AU)