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Avaliação in vivo do potencial mutagênico/genotóxico e antimutagênico/antigenotóxico do Artepelin C

Processo: 09/05944-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2009
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese
Pesquisador responsável:Denise Crispim Tavares Barbosa
Beneficiário:Ildercílio Mota de Souza Lima
Instituição-sede: Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil
Assunto(s):Medicamentos fitoterápicos   Própolis   Testes de mutagenicidade   Ensaio cometa   Testes para micronúcleos

Resumo

A própolis é um material resinoso, produzido pelas abelhas, e de constituição complexa, que varia de acordo com o local e a época em que foram obtidos os materiais dos exsudatos e dos botões de flores para a sua produção. Esta mistura complexa tem sido usada como um remédio popular desde 300 a.C. e suas atividades biológicas, como antimicrobiana, antiparasitária e antiinflamatória, têm sido alvo de muitas pesquisas com o intuito de se descobrir quais são os constituintes responsáveis por suas propriedades medicinais. Baccharis dracunculifolia DC (Asteraceae), uma planta nativa do Brasil, tem sido relatada ser a mais importante origem botânica da própolis Brasileira, chamada de própolis verde por causa de sua cor. Os extratos de suas folhas são usados como antiinflamatório e no tratamento de doenças gastrointestinais, além de ser uma fonte promissora de componentes naturais para o desenvolvimento de novos agentes tripanocidas quimio-profiláticos. Sabendo-se que o artepelin C (3,5-diprenil-p- ácido cumarínico) é um dos principais ácidos fenólicos presente no extrato da própolis verde e da B. dracunculifolia, o estudo de suas propriedades biológicas torna-se de grande importância. Assim, o presente trabalho se propõe a avaliar o potencial mutagênico/genotóxico e antimutagênico/antigenotóxico do artepelin C por meio dos ensaios de micronúcleo e do cometa em células de camundongos Swiss. Considerando-se o uso potencial do artepelin C como fitoterápico, estes estudos devem contribuir para o melhor entendimento de suas atividades biológicas. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
DE OLIVEIRA, POLLYANNA FRANCIELLI; DE SOUZA LIMA, ILDERCILIO MOTA; BENTES MONTEIRO NETO, MOACIR DE AZEVEDO; BASTOS, JAIRO KENUPP; DA SILVA FILHO, ADEMAR ALVES; TAVARES, DENISE CRISPIM. Evaluation of Genotoxicity and Antigenotoxicity of Artepillin C in V79 Cells by the Comet and Micronucleus Assays. NUTRITION AND CANCER-AN INTERNATIONAL JOURNAL, v. 65, n. 7, p. 1098-1103, OCT 1 2013. Citações Web of Science: 3.
BENTES MONTEIRO NETO, MOACIR DE AZEVEDO; DE SOUZA LIMA, ILDERCILIO MOTA; FURTADO, RICARDO ANDRADE; BASTOS, JAIRO KENUPP; DA SILVA FILHO, ADEMAR ALVES; TAVARES, DENISE CRISPIM. Antigenotoxicity of artepillin C in vivo evaluated by the micronucleus and comet assays. JOURNAL OF APPLIED TOXICOLOGY, v. 31, n. 8, p. 714-719, NOV 2011. Citações Web of Science: 8.

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