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Procurando a formação estelar escondida em galáxias Seyfert 1

Processo: 05/51101-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2006
Vigência (Término): 31 de março de 2008
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Extragaláctica
Pesquisador responsável:Ruth Bomfim Gruenwald
Beneficiário:Lucimara Pires Martins
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:00/06695-0 - Evolução e atividade de galáxias, AP.TEM
Assunto(s):Galáxias ativas   Populações estelares   Infravermelho

Resumo

As galáxias Seyfert constituem uma população que apresenta núcleos brilhantes e é a classe mais numerosa dos AGNs no universo local. Investigações recentes estabeleceram que a atividade de formação estelar pode ser uma fonte de energia significativa nessas galáxias e que pelo menos algumas galáxias starburst possuem núcleos AGN compactos. Contudo, exceto em poucos casos, starbursts nucleares ou circumnucleares foram raramente detectados em galáxias Seyfert 1. A grande maioria das detecções vem de galáxias Seyfert 2, e pouca evidência sobre starbursts em Seyferts 1 foi encontrada. Esses resultados são difíceis de serem explicados no contexto do Modelo Unificado. Alguns estudos iniciais no IR-próximo sugerem que não detecção de starbursts em Seyferts 1 é devida a dificuldade em detectar essas assinaturas utilizando as faixas de comprimento do óptico e UV, onde a energia vinda do AGN é muito intensa e esconde as assinaturas do starburst. A resposta conclusiva para esse problema somente pode ser obtida de observações no infravermelho, onde a energia vinda do núcleo é mais fraca, e as assinaturas de formação estelar podem ser vistas. Propomos utilizar a grande quantidade de dados disponíveis nos arquivos do Spitzer para conduzir um estudo de starbursts em Seyferts 1, procurando pela assinatura PAH em 7.7 microns, que é a evidência mais forte de formação estelar no infravermelho. (AU)