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Determinação de proteína C-reativa sérica em cães com erliquiose monocítica canina

Processo: 05/50550-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2005
Vigência (Término): 31 de julho de 2006
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Mitika Kuribayashi Hagiwara
Beneficiário:Gisele de Melo Alves
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Ehrlichia canis   Proteínas da fase aguda   Proteína C-reativa   Cães

Resumo

A erliquiose é mundialmente reconhecida como uma importante doença infecciosa dos cães. É causada pela Rickettsia Ehrlichia canis, que parasita células mononucleares sanguíneas. Os sinais clínicos da erliquiose canina podem ser agudos, subclínicos ou crônicos. Na fase aguda são observadas febre, anorexia, depressão e perda de peso. A maioria dos cães recupera-se sem tratamento, no entanto eles podem permanecer infectados por um longo período de tempo. Trombocitopenia e anemia não-regenerativa estão entre os achados hematológicos. Após vários meses ou anos de infecção subclínica, os cães podem entram na fase crônica da doença, em que a pancitopenia, hemorragias, edema periférico, emaciação e choque hipotensivo podem conduzir ao óbito. A fase crônica tem prognóstico reservado, e a morte é geralmente conseqüente a hemorragias e infecções secundárias. A proteína C-reativa é uma das proteínas de fase aguda de maior importância nos cães, sendo utilizada como sinalizador de inflamação. Sua concentração plasmática aumenta quando danos teciduais são provocados por infecção, inflamação ou trauma. O projeto de pesquisa aqui descrito visa demonstrar o aumento da concentração da proteína C-reativa em cães com erliquiose experimental ou adquirida naturalmente. (AU)

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