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Mecanismos e consequências da atividade peroxidásica da enzima superóxido dismutase 1. implicações na Esclerose Lateral Amiotrófica

Processo: 08/58215-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Ohara Augusto
Beneficiário:Natalia de Oliveira
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:07/54541-1 - Mecanismos e conseqüências patofisiológicas de processos redox. Ênfase em processos mediados por tampão bicarbonato, superóxido dismutase 1, tiol proteínas e nitróxidos, AP.TEM
Assunto(s):Superóxido dismutase   Esclerose amiotrófica lateral

Resumo

Estudos recentes de nosso grupo e de outros investigadores indicam que em presença de redutores biológicos como cisteína, glutationa e ácido ascórbico, a enzima superóxido dismutasel (Sod1) pode gerar peróxido de hidrogênio para alimentar sua atividade peroxidásica que, por sua vez, produz o radical carbonato. Essa possibilidade é interessante porque pode unificar os mecanismos mais propostos para explicar a neurotoxiddade da hSod1 na esclerose lateral amiotrófica (ALS), ou seja, a formação de agregados protéicos, a oxidação de proteínas, e a deficiência de Zn+2, Portanto, nesse projeto de Iniciação Científica examinaremos os mecanismos e conseqüências da formação do radical carbonato pela hSod1 e suas mutantes associadas à ALS em presença de cisteína, GSH e ácido ascórbico. (AU)

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