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Estudo da expressao e do padrao de distribuicao do trocador nhe3 e de proteinas reguladoras que se associam a este transportador em tubulo proximal de ratos pre-hipertensos e hipertensos.

Processo: 08/55380-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2008
Vigência (Término): 31 de outubro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Adriana Castello Costa Girardi
Beneficiário:Renato de Oliveira Crajoinas
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:07/52945-8 - Importância do peptídeo semelhante ao glucagon 1 (GLP-1) na manutenção do volume extracelular: abordagem funcional, farmacológica e molecular, AP.JP
Assunto(s):Hipertensão   Interação proteína-proteína

Resumo

Alterações no manuseio renal de sódio têm sido implicadas na patogênese da hipertensão primária humana e em modelos genéticos de hipertensão arterial. Todavia, os mecanismos moleculares que medeiam estas alterações não foram completamente estabelecidos. Uma série de estudos fisiológicos e moleculares evidenciou que o trocador Na+-H+ NHE3 é a proteína de transporte responsável pela maior parte da reabsorção de sódio em membrana apical de túbulos proximais renais. Estudos com camundongos nocaute para o gene NHE3 apresentam hipotensão arterial e quando esses animais são submetidos a dieta hipossódica, eles não conseguem regular seu volume e acabam morrendo em poucos dias. Entretanto, os dados existentes na literatura referentes à modulação renal do trocador NHE3 em modelos de hipertensão são ainda conflitantes. O objetivo deste trabalho é esclarecer como o trocador NHE3 e as proteínas reguladoras associadas a este transportador (dipeptidil peptidase IV, NHERF1, NHERF2, ezrin e megalina) são moduladas em túbulo proximal de ratos espontaneamente hipertensos (SHR). Realizaremos estes estudos em animais SHR pré-hipertensos (5 semanas) e hipertensos (12 semanas) e em ratos Wistar de idade correspondente. Estes dados moleculares serão correlacionados com parâmetros da função renal e com os níveis pressóricos dos modelos experimentais analisados. Em conjunto, os dados deste projeto poderão definir se os complexos multiprotéicos formados com o trocador NHE3 em túbulos proximais renais contribuem para a patogênese da hipertensão ou refletem uma compensação homeostática ao aumento da pressão arterial. (AU)

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