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Caracterização da atividade e da função biológica de Ohr (organic hydroperoxide resistance) em Xylella Fastidiosa

Processo: 02/04470-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2002
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2004
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Luis Eduardo Soares Netto
Beneficiário:José Renato Rosa Cussiol
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:95/09710-0 - Oxidação de proteínas e atividade antioxidante da enzima 'Thiol Specific Antioxidant' (TSA), AP.JP
Assunto(s):Peróxidos   Peroxidase   Antioxidantes

Resumo

Estudos em Xanthomonas campestris (Mongkolsuk e col, 1998) e posteriormente em outras bactérias (Atichartpongkul e col, 2001) mostraram que linhagens deltaohr (organic hydroperoxide resistance gene) são mais suscetíveis a hidroperóxidos orgânicos quando comparadas com linhagens selvagens. O presente projeto de pesquisa tem como objetivo caracterizar a função da OHR na proteção de Xylella fastidiosa contra o estresse oxidativo. Nossos resultados preliminares mostraram que a OHR é uma tiol peroxidase. OHR é muito eficiente na remoção de hidroperóxidos orgânicos. Para entender essa maior especificidade por hidroperóxidos orgânicos, pretendemos determinar a estrutura tridimensional da OHR em colaboração com o LNLS dentro da rede de Biologia Molecular Estrutural (SMOLBnet), projeto FAPESP-LNLS. Através de experimentos com NEM (N-ethylmaleimide), composto que alquila cisteína, vimos que a OHR quando tratada com NEM, perde a atividade peroxidásica. Pretendemos utilizar a técnica de mutação sítio dirigida para verificar qual das cisteínas é responsável pela atividade peroxidase. Outro ponto importante a ser investigado é o substrato biológico da OHR. Em experimentos anteriores, somente DTT e DHLA funcionaram como substratos. DHLA é um tiol biológico e pode ser um substrato biológico da OHR, da eficiência. Pretendemos também em colaboração com a Dra. Patrícia Monteiro (FUNDECITRUS - Campinas), realizar estudos in vivo em Xylella. (AU)