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Análise morfológica da ação de inseticidas nos discos imaginais e corpo gorduroso parietal de Apis mellifera

Processo: 08/55146-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2009
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Elaine Cristina Mathias da Silva Zacarin
Beneficiário:Talita de Andrade Dantas
Instituição-sede: Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Campus de Sorocaba. Sorocaba , SP, Brasil
Assunto(s):Toxicologia   Morte celular   Divisão celular

Resumo

Nos últimos anos, o uso indiscriminado de pesticidas na agricultura intensificou-se e as abelhas, embora não sejam o alvo destes produtos químicos tóxicos, são altamente vulneráveis à contaminação por forragear nas áreas agrícolas contaminadas. Dessa forma, as operarias forrageiras podem introduzir tanto o pólen como o néctar contaminado no interior da colmeia e, por essa via, afetar as larvas durante o processo de alimentação pelas operárias nutridoras. Desde que os discos imaginais e o corpo gorduroso entram em contato com esses compostos pela hemolinfa, suas células podem absorver os compostos químicos xenobióticos, os quais foram absorvidos pelo intestino, mas ainda não tenham sido excretados pelos túbulos de Malpighi. Diante dessas considerações, os estudos morfológicos de órgãos das larvas de abelhas, submetidas à exposição aos pesticidas, são de grande importância para a elucidação da ação desses compostos químicos durante a fase larval desses insetos, além de fornecer subsídios para a avaliação da eventual queda de produtividade nas colmeias localizadas no entorno de áreas agrícolas, visando melhorar o manejo dessas áreas de forma a atender tanto as necessidades dos apicultores quanto melhorar a produção agrícola potencializada pela polinização apícola. O objetivo do presente projeto é avaliar a ação de dois inseticidas (fipronil e o piriproxifeno), com distintos modos de ação, na morfologia dos discos imaginais e do corpo gorduroso parietal de larvas de Apis melífera. Enquanto o fipronil é um inseticida neurotóxico, o piriproxifeno é um análago do Hormônio Juvenil e tem ação nos órgãos relacionados com a metamorfose da larva. Dessa forma, pretende-se avaliar os discos imaginais sob a ação de um inseticida com ação direta (piriprofixeno) e um com possível ação indireta (filpronil) na sua morfologia. Estando o corpo gorduroso atuando na metabolização e subsequente neutralização de substâncias tóxicas absorvidas pela larva, a avaliação morfológica comparativa de suas células sob a ação do piriprofeno e fipronil também será realizada. (AU)

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