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Imunização experimental em bovinos importados utilizando-se polipeptídeos de roptrias de merozoítas de Babesia bigemina

Processo: 97/09675-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 1998
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 1999
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Rosangela Zacarias Machado
Beneficiário:Carla Roberta Freschi
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Vacinas   Roptrias   Babesia bigemina   Bovinos

Resumo

Babesia bigemina, um membro do phylum Apicomplexa, permanece como obstáculo na produção animal, principalmente em gado leiteiro, quando se analisa globalmente junto a tantas outras doenças infecto-parasitárias. O objetivo maior é de longa duração deste trabalho é desenvolver métodos de vacinação contra a babesiose bovina. Em um projeto de pesquisa anterior iniciamos o teste de uma hipótese de que polipeptídeos do complexo apical de merozoitas de B. bigemina seriam antigenicamente conservados. O isolamento e caracterização de organelas do complexo apical (roptrias) de merozoitas de B. bigemina foi alcançado (MACHADO et al., 1993). A identificação de polipeptídeos da fração de roptrias pela utilização de anticorpos monoclonais foi realizada e os seguintes polipeptídeos foram reconhecidos: 225, 116, 86, 58, 45, 36 e 26 KDa. MACHADO 1996 (Processo FAPESP n° 93/4599-9). A conservação de epítopes entre as diferentes amostras de B. bigemina, geograficamente isoladas também foi demonstrado com os anticorpos monoclonais obtidos. Finalmente, objetivamos utilizar a fração de roptrias na imunização de bovinos importados ou de áreas livres de carrapatos, avaliando a resposta imune humoral e celular desenvolvida pelos animais vacinados, bem como a capacidade protetora deste imunógeno após o desafio com cepa virulenta de B. bigemina. (AU)