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Células betha pancreáticas como modelo experimental para o estudo de neurotoxinas crotálicas e escorpiônicas

Processo: 99/07304-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2000
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2003
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Antonio Carlos Boschiero
Beneficiário:Marcos Hikari Toyama
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Neurotoxinas   Tityus serrulatus   Crotoxina

Resumo

Peptídeos ou proteínas tóxicas do veneno de origem animal, de microorganismos e em particular as neurotoxinas, têm sido largamente utilizadas como ferramentas dentro da fisiologia e farmacologia como sondas moleculares, síntese de novas drogas, como agentes terapêuticos (tubocurarina e a toxina botulínica) ou na forma de medicamentos como o Captopril, que foi sintetizado a partir do modelo molecular da toxina de Bothrops jararaca (Harvey et al., 1998). As neurotoxinas permitiram também a investigação e elucidação dos eventos bioquímicos e moleculares do processo de transmissão nervosa e do funcionamento do sistema nervoso, bem como o isolamento e caracterização de várias proteínas de canais iônicos. São objetivos deste trabalho o desenvolvimento de novas metodologias de isolamento e caracterização de neurotoxinas via metodologias em HPLC, tanto de sepentes crotálicas como de escorpiões (Tityus serrulatus) bem como sua caracterização bioquímica, farmacológica e fisiológicas das neurotoxinas isoladas. Caracterizar os efeitos desta toxina sobre a fisiologia das células β de ratos. Correlacionar os resultados obtidos da ação destas neurotoxinas sobre célula β com outros modelos, tais como a junção neuromuscular e avaliar o potencial das células β como um novo modelo de estudo de neurotoxinas visando principalmente o seu uso nos estudos do comportamento dos diferentes canais iônicos. (AU)