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Conforto térmico em espaços públicos de passagem: estudo de caso na Avenida Getúlio Vargas em Bauru - SP

Processo: 10/01359-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2010
Vigência (Término): 31 de março de 2011
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Maria Solange Gurgel de Castro Fontes
Beneficiário:Daniele Santos Do Nascimento
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Adequação ambiental   Conforto térmico   Microclima urbano   Espaço público

Resumo

Esta pesquisa visa contribuir para um trabalho sobre as "condições de conforto térmico em espaços públicos de permanência e de passagem na cidade de Bauru", que pretende complementar dados de uma pesquisa mais ampla intitulada "Conforto térmico em espaços públicos abertos: aplicação de uma metodologia em cidades do interior paulista" (processo FAPESP N° 2007/00563-4). Essa pesquisa foi coordenada pela Prof. Dra. Lucila Chebel Labaki, da FEC-UNICAMP, e objetivou analisar os aspectos qualificadores de espaços públicos abertos, como os microclimas e as condições de conforto térmico de usuários, nas cidades de Bauru, Campinas e Presidente Prudente. Uma das conclusões dessa pesquisa foi à necessidade de estudos similares, com a finalidade de ampliar dados necessários a uma precisão na definição dos limites de conforto térmico em espaços de passagem (ruas) e permanência (praças e parques), em cada uma das cidades avaliadas. Nesse contexto, esta pesquisa busca contribuir para os estudos realizados em Bauru, e tem como objetivo estudar os microclimas e condições de conforto térmico de pedestres, em diferentes condições de tempo, em um importante eixo viário: a Avenida Getúlio Vargas, de comércio e serviços e que possui um grande potencial imobiliário, mercadológico, turístico e de lazer. Para isso, serão monitoradas as condições microclimáticas (temperatura do ar, temperatura de globo, umidade relativa do ar, velocidade do ar, radiação solar global), simultaneamente a aplicação de questionários para identificar a sensação e satisfação térmica dos usuários. Os dados levantados em campo permitirão, ainda, avaliar os limites de conforto térmico real e confrontá-los com conforto térmico calculado, através do índice preditivo de conforto denominado PET (Temperatura Fisiológica Equivalente), utilizando o software RayMan (MATZARAKIS et. Al., 2000). (AU)

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