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O que há de mobile nas ideias do arauto: uma análise histórica entre a abstração nova iorquina e a crítica de Mário Pedrosa

Processo: 06/59998-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2006
Vigência (Término): 30 de novembro de 2007
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Artes - Fundamentos e Crítica das Artes
Pesquisador responsável:Carlos Eduardo Jordão Machado
Beneficiário:Bruno Gustavo Muneratto
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):Crítica de arte

Resumo

O presente projeto busca uma investigação reflexiva acerca do papel da amizade entre o crítico brasileiro Mário Pedrosa e o escultor norte-americano Alexander Calder no tocante à inserção de novas técnicas plásticas no meio artístico nacional. Sabe-se que Pedrosa passa a defender a arte abstrata a partir do contato com artistas estrangeiros durante seu exílio. De mesmo modo é fato que uma de suas maiores influências para a assumir esta posição foram as esculturas móveis de Calder, Contudo, o reflexo detas relações e mudanças de opinião no meio artístico nacional não estão devidamente precisas. Sendo assim, por meio de balanços críticos entre cartas trocadas pelos dois amigos, entre os artigos escritos por Pedrosa em diversos jornais do Rio de Janeiro, de São Paulo e também dos EUA, bem como as evoluções mostradas por artistas nacionais, como Ligia Clark, Abraão Palatnik, Hélio Oiticica, dentre outros, espera-se chegar a um resultado mais apurado da presença de Pedrosa e de seu amigo "escultor de cata-ventos" no ambito da absorção de novas técnicas e do aparecimento de um novo modelo de artista: o artista inventor. (AU)