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Papel dos polimorfismos G/T do gene microsomal triglyceride transfer protein (MTP)e T/C do gene manganese superoxide dismutase (MnSOD) na doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA)

Processo: 10/11291-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2010
Vigência (Término): 30 de setembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Ana de Lourdes Candolo Martinelli
Beneficiário:Aline Fernanda Guirado
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Polimorfismo genético

Resumo

A Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA) representa o espectro de uma condição heterogênea que engloba esteatose e esteatohepatite não-alcoólica (NASH), na ausência de consumo significante de álcool. Os mecanismos envolvidos na patogênese da lesão hepática ainda não estão completamente esclarecidos. São descritas ocorrências de vários casos de DHGNA em famílias e diferentes taxas de envolvimento hepático em indivíduos que compartilham os mesmos fatores de risco para DHGNA, mas de diferentes etnias. Esses dados reforçam a participação de fatores genéticos que poderiam explicar a susceptibilidade à DHGNA assim como diferenças no curso da lesão hepática. Vários genes são considerados candidatos no estudo da DHGNA. Alguns envolvidos na susceptibilidade à doença e outros na gravidade da lesão hepática particularmente da fibrose. A proteína MTP transfere triglicérides para apolipoproteina B nascente produzindo VLDL (very-low density lipoprotein) e remove lípides do hepatócito; alteração na sua função pode ser responsável por depósitos de gordura no fígado. A enzima manganês superóxido dismutase (MnSOD) é importante na detoxicação mitocondrial de espécies reativas de oxigênio (ROS) as quais são consideradas importantes na patogênese da lesão hepática da DHGNA. Em um único trabalho da literatura realizado no Japão os autores observaram associação entre o polimorfismo nesses genes e DHGNA. No Brasil, foi realizado estudo que demonstrou discreta diferença entre a expressão de polimorfismo no gene MTP nos pacientes com NASH e naqueles com esteatose apenas.