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Avaliação da via inibitória do sinal insulínico em músculo de ratos tratados cronicamente com fluoreto de sódio

Processo: 09/01459-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2009
Vigência (Término): 31 de maio de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva
Pesquisador responsável:Doris Hissako Sumida
Beneficiário:Marjorie de Oliveira Gallinari
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Diabetes mellitus   Resistência à insulina

Resumo

Nos últimos anos, tem havido uma redução acentuada nos índices de cárie dentária em diversas regiões do mundo, fato que se tem atribuído à exposição às substâncias fluoretadas, principalmente na forma de água de abastecimento público e dentifrício. Simultaneamente, nota-se a ocorrência do aumento da prevalência de fluorose dentária. Estudo realizado em 25 pacientes (15 a 30 anos de idade) com fluorose endêmica mostrou que 40% destes tinham a tolerância à glicose prejudicada, porém esta anomalia foi revertida com a remoção do excesso do flúor na água consumida. O NaF ocasiona inibição da glicólise, diminuição da secreção de insulina e hiperglicemia. Muitas destas respostas sugerem que o NaF pode ocasionar resistência à insulina. Se isto for confirmado, é recomendável diminuir a concentração de fluoreto nos dentifrícios utilizados principalmente por crianças diabéticas, pois a ingestão de pasta dental contendo flúor pode levar à piora na situação de saúde destas crianças. Sabendo-se que o fluoreto pode alterar o metabolismo de carboidratos, tornou-se fundamental caracterizar o efeito do NaF sobre: 1) o grau de fosforilação em serina da pp185 (IRS-1/IRS-2), em tecido muscular gastrocnêmio (G); 2) a fluoremia, glicemia e insulinemia. Para tanto, serão utilizados ratos Wistar (1 mês de idade) castrados. Após 30 dias da castração, os animais serão divididos aleatoriamente em dois grupos: 1) grupo controle (CN), o qual será submetido ao tratamento sem NaF, mas com uma solução de NaCl (9,54 mg/kg p.c.) que contém a mesma quantidade de sódio em relação à do grupo fluoreto de sódio; 2) grupo NaF (FN) que será submetido ao tratamento com NaF (3,1 mg de flúor/kg p.c.) na água de beber durante 42 dias. Após 6 semanas, será realizada a quantificação do grau de fosforilação em serina da pp185, após estímulo insulínico, em G. Também será realizada a avaliação de insulinemia, glicemia e fluoremia dos ratos.