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Reino Unido e Euro: melhor juntos ou separados?

Processo: 09/14473-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2010
Vigência (Término): 30 de novembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Política Internacional
Pesquisador responsável:Maria Antonieta Del Tedesco Lins
Beneficiário:Leandro Pignatari Silva
Instituição-sede: Instituto de Relações Internacionais (IRI). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Crise financeira   Reino Unido

Resumo

Este trabalho busca discutir aspectos relativos à validade da escolha britânica em não aderir à moeda única europeia. A crise financeira e econômica intensificada em 2008-09 relançou o debate acerca dos fundamentos da não adesão do Reino Unido ao Euro. Ao completar dez anos, o Euro vive momentos de profundo impasse, tanto pelas dificuldades em manter as condições de convergência macroeconômica estabelecidas desde os primórdios da união monetária, como pelos efeitos das políticas de estímulo fiscal originadas a partir da crise, tendo o Pacto de Estabilidade e Crescimento sido descumprido em vários momentos, por muitos países. O Reino Unido, igualmente, sofreu fortes impactos da crise. Para avaliar a posição britânica em contraposição a seus pares da zona do Euro, o presente trabalho propõe uma análise do processo de integração europeu, e da política monetária conduzida pelo Bank of England e pelo Banco Central Europeu na crise financeira contemporânea. A comparação da situação econômica no Reino Unido com outros casos no continente é feita de forma a propor uma leitura das políticas britânicas frente ao Euro à luz dos acontecimentos recentes.