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Estudo comparativo dos impactos biogeoquímicos na região do Complexo Estuarino-Lagunar de Cananéia/Iguape: com ênfase à influência do Valo Grande

Processo: 09/18233-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2010
Vigência (Término): 31 de outubro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia
Pesquisador responsável:Elisabete de Santis Braga da Graça Saraiva
Beneficiário:Luciana Aparecida Farias
Instituição-sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Peixes   Impactos ambientais   Mercúrio (elemento químico)   Cananéia (SP)   Cubatão (SP)

Resumo

O objetivo geral do trabalho é contribuir à avaliação do impacto ambiental nos setores norte e sul do sistema Cananéia/Iguape, conhecendo os processos de bioacumulação de elementos tóxicos a que estão sujeitos os produtos da ictiofauna disponíveis à alimentação humana nos dois setores de estudo, considerando sua origem local ou externa e o grau nutricional do alimento e de exposição da população humana aos possíveis riscos à saúde. Serão abordados os seguintes tópicos: 1) estudo visando ampliar o conhecimento da composição dos nutrientes no músculo das espécies de pescados com valor comercial, bem como a presença do elemento tóxico Hg no músculo dessas espécies consumidas; 2) avaliar e comparar o quadro da distribuição do Hg nestas localidades, por meio da análise de cabelos de crianças em idade escolar, dando continuidade a levantamento iniciado em estudo anterior, para caracterização do litoral paulista quanto a este elemento; 3) averiguar possíveis correlações entre os valores de ingestão de Hg por meio do consumo de pescado, com os valores de ingestão dos demais nutrientes analisados, particularmente o Se; 4) utilização de gráficos e tratamento estatístico com o objetivo de avaliar a correlação entre as variáveis introduzidas, comparar diferentes grupos de acordo com a concentração de Hg; 5) comparação dos resultados com padrões, guidelines preconizados pela Organização Mundial da Saúde (WHO), legislação brasileira e literatura específica, para peixes e seres humanos; 6) avaliação da potencial contribuição dos sedimentos estuarinos aos p (AU)