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Expressão do gene c-kit e sua correlação com fatores prognósticos do mastocitoma cutâneo canino nos exames citopatológico e histológico

Processo: 08/53462-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2008
Vigência (Término): 30 de novembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Renee Laufer Amorim
Beneficiário:Rafael Torres Neto
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Imuno-histoquímica   Análise molecular   Oncologia

Resumo

O comportamento biológico do mastocitoma cutâneo canino (MCT) é extremamente variável, podendo ser benigno com a cura pela excisão cirúrgica até uma doença metastática fatal. O sistema de graduação atualmente utilizado este bem estabelecido quanto ao tempo de sobrevida nos tumores bem diferenciados e nos indiferenciados, porém os de grau intermediário trazem dificuldades de avaliação. A subjetividade desta classificação faz com que haja uma discrepância considerável entre observadores na sua categorização, principalmente nestes tumores graduados como intermediários. Estudos recentes têm demonstrado a expressão e mutações do proto-oncogene c-Kit e sua relação com a agressividade dos MCTs. Este trabalho será desenvolvido em parceria com a Universidade de Michigan-MSU, EUA. O objetivo principal deste trabalho será avaliar a expressão s mutações do gene c-Kit em amostras histológicas e citológicas, com as técnicas de imunohistoquimica e imunocitoquimica, respectivamente, bem como análises moleculares obtidas com estas amostras. Estes resultados serão analisados e correlacionados com o intuito de validar a citologia aspírativa por agulha fina como um exame acurado, de fácil execução e de custo reduzido para a determinação prognostica do MCTs. O estudo ainda contará com a análise de proteínas relacionadas com a resistência às drogas (glicoproteína P e MDR1), em grupo de cães tratados com quimioterapia (na MSU) e a correlação desta análise e a evolução do tratamento. Espera-se assim, com tais resultados, que se conheçam melhor os mecanismos envolvidos na patogênese dos MCTs e que novas perspectivas terapêuticas sejam oferecidas na medicina veterinária oncológica, melhorando a qualidade de vida do paciente. (AU)

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