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Resistência de genótipos de abobrinha italiana Cucurbita pepo (l) ao pulgão Aphis gossypii (Hemiptera: Aphididae) e ao vírus PRSV-W

Processo: 08/50433-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2008
Vigência (Término): 31 de março de 2009
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Edson Luiz Lopes Baldin
Beneficiário:Lia da Silva Marchi
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Antibiose   Tolerância

Resumo

Dentre os insetos sugadores que atacam a abobrinha Cucurbíta pepo (L.), o pulgão Aphis gossypii (Glover, 1877) (Hemiptera: Aphididae) merece destaque uma vez que suas ninfas e adultos sugam a seiva das folhas constantemente, fazendo com que os brotos e folhas novas fiquem encarquilhados e deformados. Outro fator agravante que também evidencia a importância do pulgão A gossypii no cultivo de cucurbitáceas é o fato desse inseto ser potencial vetor de vírus que acometem as cucurbitáceas, comprometendo a viabilidade das lavouras. Dentre os vírus que infectam a abobrinha, o PRSV-W e o ZYMV são os mais importantes, provocando perdas significativas. O método de controle mais empregado contra o pulgão ainda é o químico, entretanto, a aplicação de defensivos agrícolas não garante o controle do inseto por longos períodos de tempo e pode ocasionar sérios problemas ambientais. Diante da necessidade de métodos alternativos de controle, existem algumas opções viáveis como o uso de genótipos resistentes. Nesse sentido, o presente projeto terá por objetivo observar a possível resistência dos genótipos de abobrinha Caserta Cac Melhorada, Daiane, Novita, Novita Plus, Samira, Sandy, Yasmim, Menina Brasileira e Caserta TS sobre o pulgão A gossypii e também avaliar possíveis níveis de tolerância desses materiais ao vírus PRSV-W, Estão previstas duas etapas, sendo que na primeira, sob condições de laboratório, será observada a possível resistência dos genótipos sobre o pulgão, observando-se aspectos biológicos do inseto nos diferentes materiais. Numa segunda etapa, os genótipos serão avaliados quanto a uma possível tolerância ao PRSV-W. Para tanto serão feitos dois ensaios. No primeiro, os genótipos serão inoculados mecanicamente com o PRSV-W, visando avaliar a resistência dos mesmos ao vírus. No segundo ensaio, pulgões previamente contaminados com o vírus PRSV-W serão colocados sobre as plantas dos genótipos, a fim de observar-se o comportamento dos genótipos quanto à transmissão de vírus PRSV-W pelo pulgão A gossypii. (AU)