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Resistência e genótipos de abobrinha Cucurbita pepo (l.) a Bemisia tabaci Biótipo B (Hemiptera: Aleyrodidae)

Processo: 05/56738-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2005
Vigência (Término): 31 de outubro de 2006
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Edson Luiz Lopes Baldin
Beneficiário:Ronaldo Antonio Beneduzzi
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias. Universidade Camilo Castelo Branco (UNICASTELO). Campus de Fernandópolis. Fernandópolis , SP, Brasil
Assunto(s):Abobrinha   Mosca-branca

Resumo

Dentre os insetos sugadores que atacam a abobrinha, Cucurbita pepo (L.), a mosca-branca, Bemisia tabaci biótipo B, merece destaque uma vez que suas ninfas e adultos sugam a seiva das folhas, alterando a fisiologia das plantas, cujas folhas passam a apresentar prateamento característico. Já que a maioria dos genótipos de abobrinha cultivados é suscetível à mosca-branca e que o método de controle mais empregado ainda é o químico, faz-se necessário o estudo de genótipos resistentes, que sejam menos atrativos ou adequados ao inseto, reduzindo assim o uso abusivo de inseticidas. O presente projeto terá por objetivo observar a possível resistência dos genótipos de abobrinha Novita, Sandy, Caserta Cac Melhorada, Novita Plus, Samira, Híb. Bianca, Híb. AF2858 e Caserta TS à mosca-branca B. tabaci biótipo b. Na primeira fase, em campo, será avaliada a atratividade e a preferência para oviposição do inseto; além disso, os materiais serão observados quanto à produtividade e a suscetibilidade ao prateamento foliar. Na segunda fase, será novamente avaliada a atratividade e a oviposição, porém desta feita o ensaio será desenvolvido em casas-de-vegetação. Por fim, em laboratório, serão observados alguns parâmetros biológicos do inseto, quando confinados nos diferentes genótipos, afim de detectar-se possíveis níveis de não-preferência para alimentação e/ou antibiose. (AU)