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Avaliação do efeito da olopatadina, um inibidor de mastócitos, na progressão da distrofinopatia em camundongos mdx

Processo: 04/15918-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2005
Vigência (Término): 30 de novembro de 2006
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Maria Cristina Ramos Costa
Beneficiário:Tatiana Taba Fuzisaki
Instituição-sede: Centro de Saúde. Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Distrofia muscular   Mastócitos   Histamina   Distrofina

Resumo

A Distrofia Muscular de Duchenne, doença neuromuscular, é causada por mutações no gene da distrofina e caracterizada por fraqueza muscular progressiva. O camundongo mdx, modelo animal da DMD, apresenta fenótipo mais brando que pode ser intensificado por atividade física. Observa-se instabilidade do sarcolema, susceptibilidade à injúria, elevação da creatina quinase sérica e ciclos de degeneração/regeneração das miofibras. Células do sistema imune, como os mastócitos, contribuem para esses processos, acumulando-se nos sítios de injúria, onde liberam mediadores que aumentam a produção de colágeno, atraem outras células inflamatórias e intensificam a destruição tissular. A olopatadina; um inibidor da desgranulação de mastócitos, impede o influxo de cálcio e a liberação de histamina e outros mediadores. Nosso objetiva é avaliar o efeito da olopatadina no processo inflamatório em camundongos mdx. Animais mdx e controles de 3 semanas serão analisados semanalmente até a 6ª semana e caracterizados em relação a: i) creatina quinase sérica; ii) força muscular; iii) extensão do processo inflamatório por análises histológicas (gastrocnêmio e diafragma); iv) extensão dos processos de degeneração/regeneração pela presença de necrose, núcleos centrais e infiltrados; v) níveis de mRNA de IL2, IL4 e GM-CSF por RT-PCR. A terapêutica da DMD é limitada; o uso de corticosteróides causa intensos efeitos adversos. A pesquisa de novos compostos que possam interromper a progressão da doença é de fundamental importância. (AU)