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"avaliação dè sintomas psicológicos Èm pacientes com doenças dè Parkinson Èm uso dè levodopa: intervenções dè enfermagem Pará otimizar a segurança, adesão e efetividade dò tratamento"

Processo: 08/55595-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2008
Vigência (Término): 30 de novembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem Psiquiátrica
Pesquisador responsável:Carlos Renato Tirapelli
Beneficiário:Katia Colombo Marchi
Instituição-sede: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Efeitos colaterais e reações adversas relacionados a medicamentos   Doença de Parkinson   Levodopa   Transtornos psicóticos

Resumo

A doença de Parkinson (DP) é uma condição neurológica progressiva, crônica, degenerativa do sistema nervoso central, que supõe-se ser decorrente da morte de neurônios motores da substância negra, acarretando diminuição da dopamina na via negroestriatal. A DP é a segunda doença neurodegenerativa mais comum em idosos e estima-se que milhões de pessoas terão desordens motoras secundárias à DP. Embora sua etiologia não seja completamente conhecida, diversos fatores desencadeantes da doença foram sugeridos, destacando-se entre esses os aspectos genéticos, aterosclerose, infecções virais, traumatismo craniano, uso de medicamentos antipsicóticos e fatores ambientais. Na década de 70, a Levodopa foi introduzida no mercado, e desde então é o medicamento de primeira escolha no tratamento da DP. A terapia medicamentosa com Levodopa, porém está associada a efeitos colaterais, tais como: flutuações motoras, discinesias e distúrbios neuropsiquiátricos que incluem: confusão mental, desordem de comportamento e humor, apatia, alterações cognitivas, desordens do sono, ansiedade, depressão e, em especial, de sintomas psicóticos como alucinações e delírios. Sabe-se que a avaliação e o tratamento das psicoses na DP requerem uma cuidadosa atenção para os múltiplos fatores que podem contribuir para seu desenvolvimento, sendo que estes devem ser minuciosamente observados e-realizados pela equipe de saúde, especialmente a enfermagem que cuidados diretos com o paciente. Uma vez explicitados os fatores que podem contribuir para o aparecimento de psicoses em pacientes com DP, especialmente o uso de fármacos antiparkinsonianos como a Levodopa, e sabendo que as psicoses reduzem a qualidade de vida dos pacientes, sendo necessária sua internação quando em níveis não controláveis, este trabalho visa avaliar a presença de sintomas psicóticos em pacientes com DP em seguimento ambulatorial e que estejam em uso do antiparkinsoniano Levodopa (Prolopa®). Além disso, com base nos principais problemas identificados, pretende-se propor ações que devem ser tomadas pelo profissional de enfermagem para que a terapia medicamentosa seja feita de maneira segura e efetiva. (AU)