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Microencapsulacao de propolis: efeito do agente encapsulante na resistencia, estabilidade e propriedade antioxidante do material.

Processo: 07/07305-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2007
Vigência (Término): 30 de junho de 2009
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos
Pesquisador responsável:Carmen Sílvia Fávaro Trindade
Beneficiário:Felipe Correa da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Microencapsulação   Atomização   Própolis

Resumo

Própolis é uma resina produzida por abelhas Apis mellifera, que vem sendo usada desde tempos remotos, devido as suas propriedades farmacêuticas, tais como antimicrobiana, antifúngica, antiviral, antiulcera, imuno-estimuladora, hipotensiva, antiinflamatória, antioxidante e citostática. Apesar do exposto, a aplicação deste produto é limitada, uma vez que este apresenta sabor e aroma fortes e é de difícil solubilização, em função disso, normalmente é administrado em soluções alcoólicas, o que às vezes impossibilita a sua aplicação, inclusive em alimentos. Essas desvantagens resultam em dificuldades de armazenamento, transporte, incorporação e administração para alguns pacientes. Portanto, o objetivo deste projeto é desenvolver uma metodologia para atenuar o sabor e aromas fortes, facilitar a solubilização e possibilitar a liberação controlada e novas aplicações, especialmente em alimentos, para a própolis. Para tanto será utilizada a técnica de microencapsulação por atomização, utilizando como agentes encapsulantes goma arábica, isolado protéico de soja e amido OSA. A morfologia das microcápsulas será caracterizada através de microscopia ótica e eletrônica de varredura. Serão determinados as seguintes propriedades físicas dos pós obtidos: solubilidade, densidade, atividade de água, umidade, higroscopicidade, temperatura de transição vítrea e tamanho de partícula, bem como sua atividade antioxidante. A resistência do material aos processos de encapsulação será determinada através da identificação e quantificação de flavonóides e compostos fenólicos por CLAE, antes e após o emprego dos processos. A estabilidade durante o armazenamento do extrato livre e encapsulado será avaliada periodicamente através das dosagens dos teores totais de flavonóides e compostos fenólicos e mensuração da atividade antioxidante, a temperatura e UR controladas, durante um período de 6 meses.

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