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Distribuição, semi-quantificação e imunoexpressão das células progenitoras no carcinoma hepatocelular (CHC): análise imunoistoquímica através do CK7, CK19, HepPar1, OV-6, CD117 (c-kit) e CD133 em produtos de nodulectomias e ressecções cirúrgicas e comparação com dados

Processo: 09/54444-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2010
Vigência (Término): 31 de julho de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Cecilia Amelia Fazzio Escanhoela
Beneficiário:Paulo Alexandre Miranda Odorissi
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Carcinoma hepatocelular   Transformação celular neoplásica   Células primitivas   Imuno-histoquímica

Resumo

A existência de uma população de células-tronco hepáticas (ou células hepáticas primitivas/progenitoras) ganhou credibilidade no final da década de 90, com a divulgação de resultados experimentais. Desde então, grande número de publicações tem apontado para sua participação em processos reparativos e neoplásicos, relacionando-as não somente ao desenvolvimento do carcinoma hepatocelular, mas também ao seu prognóstico. Como são células pequenas e pouco discerníveis às colorações de rotina e, baseando-se no conceito que estas células têm potencial em se diferenciar tanto em hepatócitos como em células ductais biliares, muitos artigos as têm identificado através da sobreposição de imunomareação, com utilização principalmente do HepPar1 e citoqueratinas biliares (CK7 e CK19), porém vários estudos imunoistoquímicos tem tentado identificar um marcador que lhe seja específico. Nosso objetivo é o de pesquisar tais células progenitoras hepáticas (CPH), bem como uma outra população de células mais relacionadas à tumorigênese, chamadas células primitivas tumorais (CPT), num total de 46 produtos de nodulectomias e biópsias hepáticas cirúrgicas realizadas entre 1993 a 2009, tanto entre fígados cirróticos como não cirróticos, através de marcadores imunoistoquímicos disponíveis (HepPar1, CK9, CK7, OV-6, CD117 e CD133), com utilização da técnica do Arranjo em Matriz de Amostras Teciduais, ou Tissue MicroArray (TMA) e correlacionar estes dados (positividade, semi-quantificação e graus de imunoexpressão), com características tumorais e clínicas relacionadas ao prognóstico: níveis de AFP sérica, tempo de sobrevida, tamanho do tumor, grau de diferenciação histológica e invasão vascular. Acreditamos que os dados obtidos possam fornecer novos subsídios para a determinação do prognóstico, bem como ter implicações na indicação ou não do transplante hepático. (AU)

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