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Avaliação funcional da terapia do câncer de mama (fact-b), ansiedade e depressão nas diversas fases: do diagnóstico, após a cirurgia, durante o tratamento complementar e após um ano de seguimento

Processo: 04/08156-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2004
Vigência (Término): 30 de setembro de 2006
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Sophie Françoise Mauricette Derchain
Beneficiário:Anne Melina Ambrosio Avelar
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Depressão   Escalas   Neoplasias mamárias   Qualidade de vida   Ansiedade   Inquéritos e questionários

Resumo

Este estudo tem como objetivo avaliar o bem-estar global ou Qualidade de vida (QV) das mulheres com diagnóstico de câncer de mama atendidas como caso novo no ambulatório de mastologia do CAISM (Centro de Atenção Integral a Saúde da Mulher), com indicação de cirurgia e quimioterapia ou terapia hormonal como medidas de tratamento. Essa avaliação será feita através do questionário FACT-B (Functional Assessment of Cancer Therapy-Breast). Avaliação Funcional da Terapia do Câncer em mulheres com câncer de mama. Serão avaliados também sintomas de ansiedade e depressão medidos através da Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HAD), para verificar se existe associação entre a frequência dessas morbidades psicológicas e uma QV ruim. As mulheres que concordarem em participar da pesquisa terão que responder a um questionário para coleta de dados sociodemográficos relativos a paciente e ainda serão adquiridos pelo pesquisador, através do contato direto com o prontuário médico do paciente, informações em relação a doença e ao tratamento. A aplicação dos três questionários e mais a coleta dos dados clínicos do prontuário será realizada em cinco momentos: no momento do diagnóstico, de 15 a 30 dias após a cirurgia, após o terceiro ciclo de quimioterapia, após o sexto ciclo de quimioterapia e um ano após e dia de início do tratamento, para correlacionar os sintomas entre essas diversas fases e para detectar as interações entre fatores psicológicos, sociodemográficos e clínicos e a QV. (AU)

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