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Condicoes necessaria e suficientes para equivalencia: relacoes de controle em aparelhamento com modelo.

Processo: 04/13162-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2005
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2006
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Júlio César Coelho de Rose
Beneficiário:Ana Karina Leme Arantes
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/09928-4 - Relações emergentes entre estímulos e função simbólica: implicações para o comportamento, o conhecimento e o ensino, AP.PRNX.TEM
Assunto(s):Equivalência de estímulos   Análise do comportamento

Resumo

Sidman (1971) e Sidman & Cresson (1973) ensinaram, a jovens com retardo mental, relações condicionais entre palavras faladas e desenhos e entre palavras faladas e impressas, demonstrando depois a emergência de relações entre palavras faladas e impressas: as palavras imprensas haviam adquirido o status de símbolos para os sujeitos através de relações emergentes de equivalência. O procedimento usado foi o emparelhamento com o modelo, em que são ensinadas relações condicionais entre pares de estímulos. Porém, neste procedimento, as respostas podem incluir diferentes topografias de controle, sendo algumas respostas controladas por relações de seleção enquanto outras são controladas por rejeição. Esta variabilidade poderia ser reduzida ou eliminada através de maior controle experimental sobre as relações de controle no treino de linha de base. O presente estudo ensinará discriminações condicionais em tentativas com dois estímulos de comparação, em que um deles será sempre coberto por uma máscara. No Treino I, em que a máscara cobrirá ora o S+ ora o S-, o participante necessitará, para escolher corretamente, aprender tantas relações de seleção quanto de rejeição. No Treino II, em que a máscara cobrirá sempre o S+, espera-se que a participante escolha por rejeição. Cada participante aprenderá relações AB, BC e CD, em diversas fases, com diferentes estímulos em cada uma, variando o tipo de treino (I ou II) empregado, de modo a verificar a formação de equivalência em linha de base de escolhas por seleção ou rejeição. (AU)