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Comparação da expressão dos genes relógio na glândula pineal in vivo e em culturas com estimulação noradrenérgica aguda e temporizada

Processo: 09/10435-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2009
Vigência (Término): 30 de setembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:José Cipolla Neto
Beneficiário:Jéssica Andrade da Silva
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:04/06767-2 - O papel da melatonina no controle do metabolismo energético: interações hormonais, ações centrais e periféricas (pineal, obesidade, diabetes e envelhecimento), AP.TEM
Assunto(s):Neurofisiologia   Glândula pineal   Noradrenalina

Resumo

A melatonina, hormônio sintetizado pela glândula pineal durante o período noturno, apresenta um ritmo de secreção circadiano e um ritmo sazonal. Sua produção é sincronizada ao dia e à noite, assim como às estações do ano pela informação luminosa transmitida pela via retino-hipotalâmica. A síntese da melatonina, que é desencadeada pela liberação da noradrenalina, à noite, no interstício glandular, também pode ser modulada pela influência de outros sistemas. A expressão dos genes relógio (clock genes) ocorrem central e perifericamente (inclusive na glândula pineal) e é responsável por controlar a ritmicidade da expressão e atividade de outros genes e proteínas, chamados genes dependentes dos genes relógio que, por sua vez, controlam a expressão metabólica diária dos tecidos correspondentes. Como a função pineal é estritamente circadiana e determinada pela liberação noturna de noradrenalina pretendemos, com este estudo, comparar a expressão rítmica diária de bmal1, clock, rev-erba, per 1, 2 e 3, cry 1,2 e dbp (gene controlado pelo relógio) na glândula pineal em 4 situações: 1) em grupo de animais sincronizados ao ciclo claro/escuro de 12h: 12h, sacrificados a cada 3 horas, ao longo de 24 horas; 2) glândulas pineais mantidas em cultura por 72h sem qualquer estimulação; 3) glândulas pineais mantidas em cultura por 72h, sendo que 48 horas sem estimulação e então estimuladas por 12 horas com noradrenalina, seguidas por 12h sem noradrenalina; 4) glândulas em cultura por 72h e submetidas a estimulação por noradrenalina a cada 12h (12h com noradrenalina, 12h sem noradrenalina) desde o início. Todas as glândulas serão coletadas a cada 3 horas ao longo das últimas 24 horas.