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O atlas de sangue dos jesuitas: martirios de jesuitas e a construcao de uma territorialidade crista na america portuguesa, 1549-1680.

Processo: 07/59157-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2008
Vigência (Término): 30 de novembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Pesquisador responsável:Leila Mezan Algranti
Beneficiário:Renato Cymbalista
Instituição-sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:04/10367-0 - Dimensões do Império Português: investigação sobre as estruturas e dinâmicas do Antigo Sistema Colonial, AP.TEM
Assunto(s):Jesuítas   Companhia de Jesus

Resumo

Dentre os atores sociais responsáveis pelo processo de ocupação territorial da América Portuguesa, os padres da Companhia de Jesus destacaram-se pela grande importância dada para as narrativas e representações dos martírios, e até mesmo pela predisposição a ele. Este projeto de pesquisa situa-se em um campo interdisciplinar que envolve os estudos da Idade Moderna e os estudos sobre o território e a urbanização, investigando o mecanismo do martírio como instrumento que simboliza a ocupação do território por parte dos jesuítas. Serão enfocados com maior profundidade os episódios de martírios ocorridos na América Portuguesa, e as representações e narrativas em torno deles, investigando mecanismos de viabilização da conquista espiritual promovidos pelo martírio. Além disso, serão tratadas as representações e relatos de martírios ocorridos em várias partes do mundo que circularam na América Portuguesa, que revelavam na colônia o conjunto do corpo místico da Companhia, assim como o uso pelos jesuítas dos relatos e imagens de mártires antigos como apoio ao processo de ocupação territorial. O recorte temporal situa-se entre 1549, quando chegam os primeiros jesuítas ao Brasil, e 1680, quando se pintam os painéis representando uma série de mártires do Brasil e fora dele na sacristia do Colégio da Bahia. (AU)