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Estudo longitudinal da atrofia e alteração de sinal das estruturas mesiais do lobo temporal em pacientes com epilepsia do lobo temporal mesial familiar

Processo: 06/50407-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2006
Vigência (Término): 31 de março de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Fernando Cendes
Beneficiário:Livia Conz
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/13424-1 - Identificação e caracterização das etiologias, mecanismos de lesão, disfunção neuronal e defeitos moleculares na epilepsia de lobo temporal mesial e sua relação com a resposta ao tratamento, AP.TEM
Assunto(s):Esclerose hipocampal   Hipocampo

Resumo

Justificativa: uma das maiores controvérsias no estudo de epilepsia é quanto à correlação entre crises epilépticas e danos cerebrais progressivos. Estudos clínicos e experimentais realizados recentemente apresentaram uma associação entre ocorrência de crises e danos cerebrais. Fatores genéticos, idade e tipo de insulto cerebral inicial, bem como fatores ambientais podem interagir entre si, tomando difícil determinar com precisão os mecanismos que realmente provoquem lesões cerebrais relacionadas à epilepsia (SHINODA et al, 2004). Nenhum estudo demonstrou com clareza se estes danos são progressivos nos pacientes com crises recorrentes. Objetivo: determinar a relação entre alterações volumétricas e do sinal T2 em estruturas mesiais temporais e duração da epilepsia, bem como freqüência das crises. Serão analisados o hipocampo, córtex entorhinal, córtex perihinal, córtex para hipocampal e amígdala nas IRM de pacientes com ELTM familiar. Método: estudo longitudinal fundamentado na análise de IRM feitas entre 1989 e 1994 no Ambulatório de Neurologia do Hospital de clínicas da UNICAMP (HC). Serão repetidas IRM nos dois grupos de indivíduos que participaram do primeiro estudo: um grupo controle e um grupo de pacientes com ELTM de origem familiar. O grupo controle, formado por 30 indivíduos voluntários, maiores de 18 anos, será selecionado a partir de critérios que incluíam estados físicos e mentais considerados normais, e que não possua parentes de primeiro e segundo grau com histórico de qualquer tipo de epilepsia. O segundo grupo será composto por pelo menos 30 pacientes com diagnóstico clínico e eletroencefalográfico de ELTM, conforme critérios descritos na introdução deste trabalho. (AU)