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Distribuição espacial da esquistossomose mansoni, composição e estrutura da paisagem

Processo: 06/61158-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2007
Vigência (Término): 31 de maio de 2009
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Planejamento Urbano e Regional - Métodos e Técnicas do Planejamento Urbano e Regional
Pesquisador responsável:Rozely Ferreira dos Santos
Beneficiário:Francisco Anaruma Filho
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Áreas de risco   Epidemiologia   Paisagem   Planejamento ambiental   Esquistossomose

Resumo

A esquistossomose é uma das principais doenças parasitárias de veiculação hídrica no mundo. Levantamentos prévios de dados de notificação SINAN - Campinas permitiu reconhecer que existem prevalências distintas em relação aos diferentes distritos de saúde no município. Desta forma, esta proposta defende a hipótese de que a distribuição da esquistossomose não é aleatória e que as localizações centralizadoras de casos estão ligadas às atividades humanas que interferem na estrutura da paisagem e no comportamento humano. Se essa hipótese for verdadeira deverá ocorrer uma relação espacial e estatística entre o padrão de ocupação do espaço territorial e ocorrência de agravos à saúde. Portanto este estudo tem o objetivo de analisar o padrão espacial da presença de esquistossomose e do hospedeiro intermediário ao longo do tempo e compará-lo com as condições naturais e com o padrão atual de uso do território pela população; serão especializados e hierarquizados os fatores indicadores de risco de aquisição da endemia, sejam ambientais ou de uso territorial, bem como será relacionado espacial e estatisticamente, o padrão de uso e ocupação do espaço territorial e a ocorrência de esquistossomose mansoni no sentido de definir áreas de risco desta endemia. Para tanto, é necessário associar ou sobrepor um conjunto expressivo de dados que seriam mais bem manejados em um SIG, capaz de representar as potencialidades, fragilidades e situações de risco (AU)