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Resistencia ao impacto de resinas para base de protese e para reembasamento imediato. efeito do armazenamento em agua.

Processo: 06/01044-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2006
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Ana Lucia Machado
Beneficiário:Amanda Fucci Wady
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Prótese parcial removível   Resinas acrílicas

Resumo

A resistência ao impacto das resinas autopolimerizáveis desenvolvidas para o reembasamento das bases de próteses diretamente na cavidade bucal, pode influir, significativamente, no sucesso do reembasamento bem como na longevidade da prótese reembasada. Apesar disso, a literatura revela falta de informação relativa a essa propriedade, fundamental para prevenir a ocorrência de fratura das próteses durante sua utilização. Assim, o objetivo deste estudo será avaliar, comparativamente, a resistência ao impacto de 1 resina termopolimerizável para base de prótese (Lucitone 550 - L) e 2 resinas para reembasamento imediato (Ufi-Gel Hard – UH e Tokuyama Rebase - TR). Além disso, considerando-se que durante a utilização clínica, esses materiais irão manter contato com saliva ou permanecerão imersos em soluções para limpeza de prótese ou água, será analisado o efeito do armazenamento sobre essa propriedade. Com o objetivo de avaliar a possível influência da interface de união, quando associada à absorção de água pelas resinas, sobre o mecanismo de propagação das trincas, a resistência ao impacto das combinações entre a resina de base com o mesmo material e com cada um dos materiais reembasadores será também avaliada, nas mesmas condições experimentais. Utilizando-se matrizes metálicas, serão confeccionadas amostras de cada material (L, UH e TR) e de cada uma das combinações (L/L, L/UG e L/TR), nas dimensões de 60 X 6 X 4 mm para a resistência ao impacto, que será avaliada por meio do teste Charpy. Para as amostras reembasadas, a espessura será constituída por 2 mm de resina de base e 2 mm de material reembasador e a superfície de união da resina de base será tratada de acordo com as instruções dos fabricantes. Após a confecção das amostras, será realizado um entalhe, na região central, com profundidade de 0,8 mm. As amostras de cada material isolado e as amostras reembasadas de cada combinação serão divididas em 4 grupos experimentais. Para o grupo G1, os testes serão realizados após a polimerização (Controle). Para os grupos G2, G3 e G4 as amostras serão testadas após armazenamento em água a 37°C por 7 dias, 3 e 6 meses, respectivamente. Serão avaliados 1 resina de base e 2 materiais reembasadores, testados isoladamente ou em combinações, em 4 diferentes condições experimentais, com 10 repetições cada, resultando em um total de 240 amostras. Os resultados obtidos serão analisados estatisticamente para posterior interpretação e discussão.