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Tolerância ao estresse oxidativo das cultivares IAC 14 e IAC 18 de Glycine max (soja), fumigadas com diferentes concentrações de ozonio

Processo: 05/57020-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2006
Vigência (Término): 12 de fevereiro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal
Pesquisador responsável:Ricardo Antunes de Azevedo
Beneficiário:Patricia Bulbovas
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:02/04751-6 - Avaliação das respostas de bioindicadores vegetais a diferentes condições da química atmosférica envolvidas no smog fotoquímico: um estudo em câmara controlada simulando a poluição urbana, AP.JP
Assunto(s):Ozônio   Estresse oxidativo   Glycine max   Peroxidação de lipídeos

Resumo

O ozônio provoca a formação de espécies ativas de oxigênio (EAO) em plantas, que podem causar danos bioquímicos e fisiológicos. Contra a ação das EAO, as células possuem defesas antioxidativas enzimáticas e não enzimáticas que atuam de forma integrada e em diversos compartimentos da célula. Entre elas estão o ácido ascórbico, a glutationa, a glutationa redutase, a ascorbato peroxidase, a guaiacol peroxidase, a catalase e a superóxido dismutase. Quando plantas estão submetidas a altas concentrações de ozônio é possível observar variações nestas defesas e também em indicadores de estresse, como a peroxidação de lipídios. Quantificar estas mudanças bioquímicas é uma forma de avaliar a tolerância ao estresse oxidativo causado peto ozônio. Este projeto tem como objetivo avaliar a tolerância de duas cultivares (IAC 14 e IAC 18) de Glycine max (soja), ao estresse oxidativo provocado pelo ozônio. Plantas serão fumigadas com 3 concentrações de ozônio (40, 60 e 80 ppb). Medidas da variação dos indicadores bioquímicos, acúmulo de biomassa e danos visíveis serão usadas para avaliar tal tolerância. O trabalho será desenvolvido no Instituto de Botânica, onde existem as câmaras de fumigação (Progr. Jovem Pesquisador, FAPESP 02/04751-6), e no Depto de Genética da ESALQ, USP, onde metodologias de análises bioquímicas ainda não aplicadas no Instituto poderão ser usadas (projeto FAPESP 04/08444-6). (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
BULBOVAS, P.; SOUZA, S. R.; ESPOSITO, J. B. N.; MORAES, R. M.; ALVES, E. S.; DOMINGOS, M.; AZEVEDO, R. A. Assessment of the ozone tolerance of two soybean cultivars (Glycine max cv. Sambaiba and Tracaja) cultivated in Amazonian areas. Environmental Science and Pollution Research, v. 21, n. 17, p. 10514-10524, SEP 2014. Citações Web of Science: 11.

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