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Moldagem de compósitos de matrizes epóxi reforçadas com mantas de fibras vegetais e análise de algumas propriedades térmicas e mecânicas

Processo: 09/53490-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2010
Vigência (Término): 31 de agosto de 2010
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Jane Maria Faulstich de Paiva
Beneficiário:Luis Henrique Moreira Cesar
Instituição-sede: Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Campus de Sorocaba. Sorocaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/60885-2 - Moldagem de compósitos poliméricos reforçados com mantas de fibras vegetais e estudo de duas propriedades térmicas e dinâmico mecânicas, AP.JP
Assunto(s):Polímeros (materiais)   Análise térmica   Ensaios mecânicos   Fibras vegetais   Resinas epoxi

Resumo

No Brasil, mesmo com a grande disponibilidade de fibras vegetais provenientes de plantas de cultivo de curtos períodos e de resíduos agroindustriais ainda não se tem ampla utilização ou aplicação destes. Apesar do interesse nesta área ter aumentado, por enquanto, predominam as fibras de vidro e as fibras sintéticas, principalmente, as derivadas de petróleo. Com o intuito de aumentar a aplicabilidade de fibras vegetais em diversas áreas (como náutica, construção, aerogeradores, etc.) este projeto de pesquisa propõe a moldagem e comparação de propriedades térmicas e mecânicas de compósitos poliméricos reforçados com mantas de fibras de sisal, curauá e coco. Para a moldagem e ampliação das possibilidades de aplicação desses compósitos propõe-se, nesta pesquisa, utilizar como matriz polimérica resina epóxi, disponível no comércio ou adquirida de indústria. Para a realização desta pesquisa já foi realizada a montagem de uma estrutura básica de laboratório e aquisição de alguns equipamentos para a moldagem (prensa, moldes, bomba de vácuo) e caracterização de polímeros e compósitos (máquina universal de ensaios mecânicos e analisador térmico DSC), adquiridos via Projeto Jovem Pesquisador FAPESP da orientadora. Além disto, será necessária a realização de algumas análises (Calorimetria Exploratória Diferencial - DSC; Termogravimetria - TG; Análise Térmica Dinâmico-Mecânica - DMTA; Infravermelho e Microscopia Eletrônica da Varredura- MEV) em outra universidade ou centro de pesquisa. A aprovação da bolsa de iniciação científica para o aluno possibilitará um melhor andamento do projeto Jovem Pesquisador (06/60885-2) da orientadora, além de grande contribuição para a formação científica e acadêmica do aluno. (AU)

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