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Influência da ingestão alimentar na resposta imune de cordeiros da raça Santa Inês à infecção experimental por Haemonchus contortus

Processo: 08/09109-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Luiz Lehmann Coutinho
Beneficiário:Aurea Maria Oliveira Canavessi
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Haemonchus   Expressão gênica   Ovinos

Resumo

Na ovinocultura, os parasitas do trato gastrointestinal são os que mais causam prejuízos econômicos. O controle da verminose gastrointestinal tem sido baseado no emprego de anti-helmínticos. No entanto, esta prática de controle tem-se mostrado muitas vezes ineficaz devido ao aparecimento de parasitas resistentes. Atualmente, novas estratégias de controle têm sido utilizadas baseando-se nos estudos dos mecanismos genéticos e imunológicos responsáveis pela resistência dos animais aos parasitas. Os mecanismos envolvidos na redução da contagem de ovos por grama (OPG) de fezes e no controle das larvas infectantes estão necessariamente envolvidos com o aumento da imunidade do animal, ou seja, com a resposta do hospedeiro ao parasita. Neste contexto, a identificação de genes envolvidos na polarização da resposta imune a endoparasitas tem sido um importante alvo para o esclarecimento dos mecanismos imunológicos determinantes nos animais resistentes e susceptíveis. A resistência à infecção de ruminantes por endoparasitas também tem sido relacionada diretamente com a melhoria na alimentação dos animais. Sendo assim, o projeto proposto avaliará a influência da ingestão alimentar ad libitum versus ingestão alimentar restrita na resposta imune de ovinos jovens da raça Santa Inês infectados experimentalmente por Haemonchus contortus. A contar do primeiro dia da infecção - D0, avaliações seriadas de OPG, contagem de eosinófilos, mastócitos e leucócitos globulares sanguíneos e teciduais, mensuração do volume globular, da proteína plasmática total, dos níveis séricos e do muco abomasal de imunoglobulinas (Ig)-A e IgG anti-H. contortus, e expressão gênica de citocinas serão realizadas em diversos momentos ao longo de um período de 12 semanas. As várias mensurações que serão realizadas auxiliarão na compreensão da importância da alimentação na polarização da resposta imune em ovinos em fase de crescimento. (AU)