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Identificação de marcadores moleculares de vasos ateroscleróticos

Processo: 03/13521-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2005
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2008
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Jorge Elias Kalil Filho
Beneficiário:Beatriz Simonsen Stolf
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:04/02721-8 - Phage display e o sistema imunológico: identificação de alvos terapêutico e diagnósticos em desordens envolvendo sistema imune, AP.TEM
Assunto(s):Phage display   Aterosclerose   Marcador molecular

Resumo

A aterosclerose é um processo degenerativo crônico das médias e grandes artérias, e que pode evoluir clinicamente para inflamação aguda com ruptura da placa de ateroma e trombose. As principais conseqüências clínicas resultantes são o enfarto agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral. A compreensão das características moleculares da doença poderá auxiliar na identificação de subtipos que devem ser tratados com terapêuticas distintas, bem como na determinação de susceptibilidade para o desenvolvimento da mesma (Lusis, 2000). Peptídeos específicos para endotélio contendo placas ateroscleróticas poderão ser utilizados como alvos terapêuticos e terapias direcionadas de drogas (Arap et al.., 1998), peptídios pro-apoptóticos (Ellerby et al., 1999), ou vetores virais (Trepei et al., 2000, Pasqualini et al., manuscrito em preparação). Alternativamente, esses peptídios podem ser marcadores para diagnóstico precoce da doença. De fato, o método mais utilizado para diagnóstico da aterosclerose é o cateterismo, que além de caro apresenta um risco significativo. Métodos de diagnóstico não invasivos confiáveis são necessários, já que o uso de marcadores como CRP (proteína C-reativa) e de métodos como ultra-som extravascular e tomografia computadorizada rápida apresentam limitações (Lusis, 2000). (AU)