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Incidência de colonização retovaginal por Streptococcus agalactiae e associação com a microbiologia vaginal em gestantes atendidas no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu, UNESP

Processo: 06/55307-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2006
Vigência (Término): 31 de julho de 2007
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Márcia Guimarães da Silva
Beneficiário:Talita Trevizani Rocchetti
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Gestantes   Streptococcus agalactiae   Microbiologia médica

Resumo

Introdução: Durante os últimos anos, poucos temas da literatura científica obstétrica e pediátrica, têm despertado tanta atenção como a infecção neonatal de início precoce pelo Streptococcus agalactiae. Objetivo: Avaliar a prevalência desse microrganismo em gestantes no terceiro trimestre de gestação e explorar os fatores potencialmente associados à essa colonização. Pacieptes e Métodos: No período de janeiro de 2006 a janeiro de 2007 será realizado um estudo transversal em gestantes no terceiro trimestre atendidas no Pré-Natal do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu, UNESP. As gestantes serão esclarecidas quanto à finalidade do estudo e, após concordarem em participar, assinarão o termo de consentimento livre é esclarecido. Utilizando-se zaragatoa estéril serão obtidas amostras da região anorretal, do intróito vaginal e do terço distai da parede vaginal. Será preenchido um formulário com identificação da gestante e dados de pré-natal e informações relativas à gestação atual. As amostras serão mantidas no meio de transporte de Amies até serem transferidas para o meio de Todd Hewit suplementado com colistina (10μg/mL) e ácido nalidíxico (15μg/mL) que será incubado por um período de 18 a 24 horas à temperatura de 37ºC. Posteriormente será realizada uma subeultura em placa de ágar-sangue a 5% sob as mesmas condições. As colônias sugestivas de S. agalactiae que apresentarem uma zona de beta-hemólise, serão submetidas à coloração de Gram, ao teste da catalase e ao Camp Test para identificação da espécie. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ROCCHETTI, TALITA T.; MARCONI, CAMILA; RALL, VERA L. M.; BORGES, VERA T. M.; CORRENTE, JOSE E.; DA SILVA, MARCIA G. Group B streptococci colonization in pregnant women: risk factors and evaluation of the vaginal flora. ARCHIVES OF GYNECOLOGY AND OBSTETRICS, v. 283, n. 4, p. 717-721, APR 2011. Citações Web of Science: 24.
MARCONI, CAMILA; ROCCHETTI, TALITA TREVIZANI; MORES RALL, VERA LUCIA; DE CARVALHO, LIDIA RAQUEL; MEDEIROS BORGES, VERA TEREZINHA; DA SILVA, MARCIA GUIMARAES. Detection of Streptococcus agalactiae colonization in pregnant women by using combined swab cultures: cross-sectional prevalence study. São Paulo Medical Journal, v. 128, n. 2, p. 60-62, MAR 4 2010. Citações Web of Science: 5.
POLETTINI, J.; PERACOLI, J. C.; CANDEIAS, J. M. G.; ARAUJO JUNIOR, J. P.; SILVA, M. G. Inflammatory cytokine mRNA detection by real time PCR in chorioamniotic membranes from pregnant women with preterm premature rupture of membranes. EUROPEAN JOURNAL OF OBSTETRICS & GYNECOLOGY AND REPRODUCTIVE BIOLOGY, v. 144, n. 1, p. 27-31, MAY 2009. Citações Web of Science: 7.

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