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Aumento de seios maxilares com enxertos alógenos para a reabilitação com implantes. estudo tomográfico comparativo com osso autógeno em humanos

Processo: 10/09593-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2010
Vigência (Término): 31 de agosto de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Samuel Porfirio Xavier
Beneficiário:Lidiane Peressim
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Transplante ósseo   Enxerto ósseo

Resumo

Introdução: O osso autógeno é considerado padrão ouro na reconstrução de seios maxilares atróficos previamente à instalação de implantes osseointegráveis. Com o intuito de diminuir a morbidade da coleta de osso autógeno do paciente, diferentes biomateriais de preenchimento tem sido testados no aumento do assoalho do seio maxilar para viabilizar a instalação de implantes. O osso alógeno, obtido através de processamento e armazenamento em bancos de ossos apresenta-se como uma alternativa com as vantagens de evitar o dano ao sítio doador e otimizar o tempo cirúrgico, já que dispensa a fase de coleta, além de evitar as limitações anatômicas das áreas doadoras quanto ao volume de osso necessário para reconstruir o defeito.Objetivos: Analisar comparativamente através de tomografia computadorizada a diferença volumétrica e de radiodensidade das reconstruções maxilares com enxertos autógeno e alógeno particulados.Material e Métodos: Serão selecionados 15 pacientes com indicação de enxertos e implantes em maxila posterior bilateralmente (estudo split-mouth), que apresentem um rebordo ósseo residual com altura máxima de 3mm na região de seios maxilares, para reconstrução em altura com enxertos "inlay" (levantamento de seio maxilar bilateral) prévia à reabilitação por implantes. Cada paciente terá seus seios maxilares reconstruídos bilateralmente com 2 diferentes tipos de enxertos particulados: com osso autógeno de origem intra-bucal de ramo mandibular (lado controle) e contra-lateralmente com alógeno de origem de banco de osso (lado teste). Os pacientes serão submetidos a realização de 3 Tomografias Computadorizadas com cortes axiais de 0,3mm, com 0,2mm de intervalo de reconstrução. As imagens tomográficas serão analisadas para avaliação da discrepância entre os volumes dos enxertos e densidade óssea nos diferentes tempos experimentais. Os pacientes serão submetidos a dois procedimentos cirúrgicos: cirurgia de enxerto para reconstrução em altura da maxila atrófica; e cirurgia de instalação implantes.