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Avaliação funcional e morfológica da retina de animais experimentalmente diabéticos e seus controles normais

Processo: 10/00016-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2010
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Jose Butori Lopes de Faria
Beneficiário:Nicholas Loschi
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/57560-0 - Efeitos do chá verde (Camellia sinensis), do cacau e de um doador de óxido nítrico na nefropatia e retinopatia diabética: papel da redução do estresse oxidativo e da inflamação e do aumento do óxido nítrico, AP.TEM
Assunto(s):Cacau   Estresse oxidativo   Oftalmologia   Retinopatia diabética

Resumo

A retinopatia diabética (RD) é a primeira causa de casos novos de cegueira em pessoas em idade produtiva nos EUA. Projeções da incidência do DM para o ano de 2025 em países em desenvolvimento mostram um aumento de em torno 200%, o que coloca o DM e suas complicações como uma preocupação de Saúde Pública. Esta complicação crônica microvascular acomete em algum grau virtualmente todos os pacientes com diabetes mellitus (DM) após 15 anos de duração da doença e somente um subgrupo de 60% desses pacientes irá apresentar a forma proliferativa, o que sugere existir suscetibilidade de um subgrupo de pacientes ao desenvolvimento de formas graves da RD.Atualmente, a retinopatia diabética é entendida como uma doença neurodegenerativa extensa acompanhada por alterações vasculares.Exames psicofísicos, tais como a sensibilidade ao contraste (SC) e visão de cor e também métodos eletrofisiológicos, incluindo o eletrorretinografia (ERG) eletrorretinografia multifocal (M-ERG) revelando a função dos elementos da retina interna (ou seja, as células ganglionares e amacrinas) e potenciais evocados visuais (VEP) claramente demonstram anormalidades precoces como uma conseqüência potencial primária da hiperglicemia antes do inicio da retinopatia. O GFAP é uma proteína glial produzida por agressões, como trauma, hiperglicemia, isquemia, entre outros. Como a glia mantêm (suporta) as funções de neurônios e células endoteliais, é possível que mudanças na reatividade glial afetem função e sobrevivência das células, vasculares e neuronais. Mudanças na expressão do GFAP ocorre em muitas doenças neurodegenerativas e são considerados indicadores sensíveis de lesões no sistema nervoso central.