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Participação da isoforma induzível da enzima óxido nítrico sintase na regulação da temperatura corporal e atividade física entre gêneros de camundongos durante o choque endotoxêmico

Processo: 04/07242-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2004
Vigência (Término): 31 de julho de 2006
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Evelin Capellari Cárnio
Beneficiário:Rafael Simone Saia
Instituição-sede: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:02/11766-0 - Controle neuroquímico da temperatura corporal, AP.TEM
Assunto(s):Hipotermia   Biotelemetria   Lipopolissacarídeos   Óxido nítrico   Febre

Resumo

O óxido nítrico (NO) é um radical livre sintetizado a partir do aminoácido L-arginina, pela ação da enzima óxido nítrico sintase (NOS). Dentre muitas das funções atribuídas ao NO, acredita-se que ele esteja envolvido na regulação da temperatura corporal, após a administração de substâncias pirogênicas, como o LPS. Além disso, é atribuída ao NO a participação em situações infecciosas como a sepse, levando ao quando de hipotensão arterial. Uma diferença encontrada entre roedores machos e fêmeas refere-se à atividade termogênica do tecido adiposo marrom envolvido no controle da temperatura corporal, isso pode ser comprovado pela composição, massa e quantidade de proteínas por grama de tecido distintas entre os gêneros. Assim, as fêmeas em condições normotérmicas produzem calor com maior facilidade e também, em maior quantidade. Em condições de febre, também ocorre maior produção de calor pelas fêmeas, estando envolvida as variações hormonais durante o ciclo estral. Por isso, neste trabalho propomos avaliar a participação do NO sintetizado pela isoforma induzível da NOS (iNOS), durante o choque endotoxêmico induzido por LPS em camundongos macho e fêmea do tipo selvagem e knockout para a iNOS. Para isso, será injetada uma dose de 10 mg/kg de LPS intraperitonealmente nos animais e eles terão sua temperatura corporal e atividade física monitoradas por biotelemeiria. As fêmeas serão injetadas durante diferentes fases do ciclo estral (acompanhado por esfregaços vaginais). (AU)