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Avaliacao dos efeitos da exposicao ao senecio brasiliensis durante a gestacao no desenvolvimento fisico e reflexologico da prole de ratas.

Processo: 09/54188-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2009
Vigência (Término): 30 de novembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Helenice de Souza Spinosa
Beneficiário:Debora Pontello Dalmolin
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/60397-8 - Toxinas de importância em medicina veterinária: estudos de imunotoxicidade e teratogenicidade: avaliação da imunotoxicidade, neurotoxicicidade e teratogenicidade em roedores e caprinos, AP.TEM
Assunto(s):Plantas tóxicas   Toxicologia

Resumo

Senecio brasiliensis é a espécie desse gênero mais difundida no Brasil, com distribuição, principalmente, por toda a região Sul e em algumas áreas mais altas e frias do Sudeste. É conhecida popularmente como Tasneirinha, Flor das Almas e Maria Mole, e é a espécie de maior ocorrência e toxicidade para os animais. A intoxicação por plantas do gênero Senecio spp ocorre devido à presença dos alcalóides pirrolizidínicos, que produzem, principalmente, lesões hepáticas. Em relação à S. brasiliensis, os principais alcalóides presentes são a integerrimina e a senecionina. Animais intoxicados por S. brasiliensis podem apresentar manifestações clínicas distintas que, normalmente, variam de acordo com o intervalo de tempo e a quantidade de planta ingerida. O curso da intoxicação pode ser agudo, subagudo ou crônico. Doses únicas e elevadas causam morte em um período de horas ou poucos dias. Já a ingestão de doses menores por períodos prolongados produzem lesão crônica, que pode progredir mesmo quando a ingestão já cessou; nesses casos os sintomas demoram a aparecer e a morte do animal pode ocorrer após semanas ou meses. Os principais sintomas observados são icterícia, fotossensibilização, ascite, edema de membros, anorexia, emagrecimento progressivo, diarréia, apatia, distúrbios neurológicos e morte. Embora se conheça os sinais clínicos provenientes da intoxicação por S. brasiliensis, há poucos relatos sobre seus efeitos na prole de animais expostos a essa planta durante a gestação. Nesse sentido, e, ainda considerando que a S. brasiliensis é uma planta freqüente nas pastagens, podendo ser ingerida pelos animais em idade fértil e em condições naturais, o presente trabalho pretende estudar em ratos os efeitos da exposição ao extrato butanólico dessa planta durante a gestação (período de organogênese), avaliando-se o desenvolvimento físico e reflexológico da prole. (AU)

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