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Competição entre sinterização e cristalização em vidros silicatos particulados

Processo: 00/08241-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2000
Vigência (Término): 31 de outubro de 2002
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica
Pesquisador responsável:Edgar Dutra Zanotto
Beneficiário:Miguel Oscar Prado
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:99/00871-2 - Problemas correntes sobre cristalização de vidros, AP.TEM
Assunto(s):Cristalização   Sinterização   Vidro

Resumo

1) Entender, mediante trabalhos experimentais, a importância relativa de cada parâmetro (temperatura, distribuição de tamanho de partículas, viscosidade, densidade de sítios de nucleação de cristais na superfície das partículas, partículas contaminantes da superfície, cinética de cristalização superficial e volumétrica das partículas, entre outros) na cinética de sinterização de partículas vítreas. 2) Modelar, baseados na experiência do ponto 1), em forma geral (para materiais em geral, que sinterizam por fluxo viscoso) a concorrência entre sinterização e cristalização. O que significa poder predizer a cinética de sinterização e a cinética de cristalização de cada fase quando estes fenômenos são concorrentes. 3) Testar o modelo proposto em 2) em diferentes situações: a) esferas de vidro borosilicato polidisperso (dificilmente cristaliza na superfície), b) pó irregular polidisperso de diopsita vítrea (cristaliza uma fase só, de composição química igual à da matriz), c) vidro borosilicato em pó, com e sem separação de fases (diferentes viscosidades). Construir diagramas temperatura- tempo- iso densidade- iso cristalinidade que permitam predizer em forma rápida as características físicas (densidade - cristalinídade) de um compacto sinterizado a temperatura T num tempo t. (AU)