Busca avançada
Ano de início
Entree

Modulação de glutationa e enzimas antioxidantes em culturas de Tetraselmis gracilis (prasinophyceae) e Gracilaria tenuistipitata (rhodophyceae) sob estresse induzido por cobre

Processo: 05/01458-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2005
Vigência (Término): 31 de julho de 2006
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Biológica
Pesquisador responsável:Pio Colepicolo Neto
Beneficiário:Silvia Keiko Kawakami
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Glutationa   Enzimas antioxidantes   Antioxidantes   Tetraselmis gracilis

Resumo

Este estudo está inserido no Projeto Temático (FAPESP 01/13482-6) sobre a investigação dos mecanismos celulares, bioquímicos e moleculares em algas marinhas submetidas ao estresse por poluentes. O estresse causado pela contaminação por metais na maioria dos organismos está relacionado com a formação de espécies reativas de oxigênio, com o consumo de antioxidantes e com a competição entre metais tóxicos e essenciais por sítios ativos em biomoléculas. A glutationa (GSH) é um tripeptídeo quelante de metais que atua, dentre outras funções, como co-substrato para uma série de enzimas antioxidantes. Neste estudo investigaremos a modulação de GSH e de enzimas antioxidantes, tais como superóxido dismutase, catalase, ascorbato peroxidase e as relacionadas à GSH, como mecanismo de defesa contra o estresse induzido por cobre em culturas da microalga unicelular Tetraselmis gracilis e da macroalga vermelha Gracilaria tenuistipitata. A prasinophyta T. gracilis é de interesse para a aquacultura devido ao alto valor nutritivo necessário para as fases larvais de peixes e moluscos, enquanto a rhodophyta G. tenuistipitata é uma importante fonte de ágar, sendo de valor econômico para as indústrias de biotecnologia, alimentícia e cosmética. Essas algas são de fácil cultivo e de ocorrência típica na costa brasileira. Culturas de T. gracilis e G. tenuistipitata serão incubadas com íons cobre em concentrações variadas (EC20 e EC50) por período de exposição de 24 h. A modulação de GSH e de enzimas antioxidantes nessas culturas será comparada com a das culturas-controle, as quais não serão tratadas com excesso de íons cobre. Os efeitos tóxicos celulares do cobre serão avaliados através da peroxidação de lipídeos e proteínas. Deste modo, o conjunto de informações obtido possibilitará uma melhor compreensão da capacidade de tolerância dessas algas ao estresse ambiental e, ainda, permitirá uma comparação entre os mecanismos de defesa de um organismo unicelular com outro de sistema biológico mais complexo.

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.