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Adubação com nitrogênio e potássio em mudas de goiabeira cultivadas em viveiro comercial

Processo: 09/11524-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2009
Vigência (Término): 30 de setembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:William Natale
Beneficiário:Maria Jacqueline Thomazini Dias
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Adubação   Adubos   Fruticultura   Nutrição vegetal   Nitrogênio   Potássio

Resumo

A produção de mudas constitui uma etapa crucial para uma fruticultura forte e sustentável. Assim, a aquisição de mudas também faz parte dos custos para a implantação do pomar. O manejo adequado da adubação, seja para a produção de mudas, seja no próprio pomar, é extremamente importante, sendo alvo de vários estudos. O nitrogênio e o potássio têm papel fundamental nos estádios iniciais de desenvolvimento das mudas, devendo seu parcelamento considerar a exigência das plantas, a cinética de absorção dos elementos e a dinâmica dos nutrientes no substrato. Há na literatura vários trabalhos com adubação NK para diversas frutíferas, inclusive com particularidades para variedades; entretanto, para mudas de goiabeira, frutífera de importância econômica para o estado de São Paulo, as informações são escassas. A região de Taquarintinga se insere como a maior área produtora de goiabas no cenário nacional, e onde estão presentes os principais viveiros de mudas. Desse modo, a interação com órgãos de pesquisa proporcionará resultados imediatamente aplicáveis, obtendo-se mudas nutricionalmente balanceadas e manejadas adequadamente sob o ponto de vista da adubação. As doses a serem utilizadas de N e K nas mudas será em função da marcha de absorção realizada em hidroponia, sendo: N - 0; 552 (dose padrão); 828 e 1.104 mg de N dm-3 de substrato; e K - 0; 726 (dose padrão); 1.089 e 1.452 mg de K dm-3 de substrato. As mudas serão avaliadas após 150 dias e, coletadas as seguintes variáveis: dados biométricos (altura, diâmetro e número de folhas), massa da matéria seca e teor dos diversos órgãos (raiz, caule e folhas) e, proceder-se-á o cálculo de acúmulo. Após, será realizada a análise de variância e procedendo os desdobramentos quando necessários através de regressões. (AU)