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A atuação da Organização dos Estados Americanos (OEA) na definição da segurança hemisférica após a Guerra Fria

Processo: 09/51157-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2009
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Política Internacional
Pesquisador responsável:Samuel Alves Soares
Beneficiário:Giovanni Hideki Chinaglia Okado
Instituição-sede: Faculdade de História, Direito e Serviço Social. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Franca. Franca , SP, Brasil
Assunto(s):Segurança internacional   Organização dos Estados Americanos   Américas

Resumo

O fim da Guerra Fria proporcionou um novo contexto para a reformulação da temática da Segurança, tanto no pensamento teórico das Relações Internacionais como na sua dimensão prática. Mais especificamente, nas Américas, o colapso soviético e a derrocada da ordem bipolar ensejaram a formulação de uma política comum de segurança. A percepção de novas ameaças no continente sugeria a necessidade de reforçar a cooperação com vistas à busca de meios comuns para combatê-las. Neste sentido, discute-se o papel que a Organização dos Estados Americanos (OEA) tem exercido na redefinição da Segurança Hemisférica, reformulando seus instrumentos e instituições legais, bem como criando outros. Concomitante aos novos fenômenos que estavam sendo evidenciados, ocorreu um alargamento das concepções teóricas referentes à Segurança. Novos conceitos foram introduzidos gradativamente em torno dessa temática, sendo a securitização o principal. Esse alargamento forneceu importantes elementos analíticos para a compreensão das novas dinâmicas nas Américas. Assim, o presente trabalho é destinado à análise de como é definida a Segurança Hemisférica no pós-Guerra Fria no âmbito da OEA, qual a função desempenhada por tal órgão nesse processo, se o quadro que tem sido moldado em torno dessa questão é caracterizado por aproximações ou divergências e, por fim, procurar-se-á questionar se a OEA configura-se ou não como um agente securitizante no continente. (AU)

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