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Estudo de células inflamatórias em modelo de infecção bacteriana aguda: sepse experimental induzida

Processo: 03/02229-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2003
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2004
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia
Pesquisador responsável:Sonia Maria Oliani
Beneficiário:Tatiana Aparecida Pimentel
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Mastócitos   Sepse   Neutrófilos

Resumo

A inflamação é uma reação da microcirculação induzida por uma injúria aos tecidos, com a conseqüente movimentação de elementos intravasculares, como fluidos, células e moléculas, para o espaço extravascular. Citocinas pró-inflamatórias, liberadas no local da infecção, são importantes para o recrutamento e ativação de leucócitos. Quando ocorre falha do agente patogênico, a resposta inflamatória passa a ser sistêmica, com alta produção de citocinas e óxido nítrico, processo denominado sepse. Várias células são recrutadas contra os agentes infecciosos, incluindo os mastócitos e os seus mediadores, que são fundamentais para mediar o recrutamento dos leucócitos circulantes. Os mediadores citocinas e leucotrienos apresentam propriedades bactericidas e são elementos cruciais para a resposta na infecção aguda. Investigaremos a migração de neutrófilos para a cavidade peritoneal; a incidência e a ativação dos mastócitos e a quantificação de células inflamatórias no lavado peritoneal e no mesentério em um modelo de infecção bacteriana aguda experimental. As taxas de sobrevivência dos animais que sofreram o procedimento de lesão serão v avaliadas. O aumento no número de mastócitos e a liberação de TNF-a são elementos críticos para a sobrevivência dos animais que sofreram sepse induzida pela ligadura do ceco seguido de lesão e, apesar das intervenções terapêuticas, a incidência da sepse continua alta e representa a causa mais comum de morte em uma Unidade de Terapia Intensiva. (AU)