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Proteina anexina 1: possivel terapia para a lesao por isquemia e reperfusao renal

Processo: 06/55123-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2006
Vigência (Término): 31 de julho de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia
Pesquisador responsável:Sonia Maria Oliani
Beneficiário:Leandro Pires Araujo
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Imunofluorescência   Rim   Macrófagos

Resumo

A lesão por isquemia/reperfusão renal está associada com a disfunção orgânica em transplantes renais, cirurgias de revascularização da artéria renal, nefrectomias parciais, bem como em tratamentos cirúrgicos de aneurisma da aorta supra-renal. Esta condição patológica é produzida por inúmeros eventos bioquímicos e celulares, incluindo a "interação endotélio-leucócitos". Uma vez no compartimento extravascular, os leucócitos são ativados, podendo, em determinadas condições, levar ao dano e morte teciduais. Recentemente, investigações farmacológicas demonstraram que a proteína anexina 1 (AnxA1) participa ativamente na isquemia/reperfusão (I/R), particularmente inibindo a ação de células inflamatórias. O presente projeto propõe avaliar o rim em modelo de I/R renal e, quantitativamente, os monócitos/macrófagos e linfócitos observados na região córtico-medular renal e no sangue de ratos Wistar machos, apôs o tratamento com AnxA1. Analisaremos no tecido renal e no sangue a expressão da proteína AnxA1 pela técnica de imunofluorescência e western blotting. Além disso, serão realizadas dosagens de sódio e potássio, e a titulação de creatinina urinária. O estudo dirigido aos mecanismos de ação da proteína AnxA1, em especial em relação à inibição do acúmulo ou à regulação da ativação de células inflamatórias, é um alvo importante para o desenvolvimento de novas terapias para minimizar os efeitos inflamatórios no rim, com a possibilidade de proteção e aumento da sobrevida do órgão nos transplantes renais. (AU)